segunda-feira

Ex-atriz pornô é acusada de agredir torcedor e acaba sendo expulsa de partida

Ela teria se irritado porque suposto fã teria insistido para tirar fotos

Estados Unidos - A ex-atriz pornô Mia Khalifa, de 24 anos, acabou sendo expulsa da arquibancada da partida de beisebol entre Los Angeles Dodgers e Chicago Cubs. Ela que se tornou comentarista do esporte foi acusada de agredir um torcedor, que pedia de forma insistente para tirar fotos ao seu lado.
Mia Khalifa se envolveu em polêmica Reprodução Internet
Segundo a imprensa, ela teria dado um soco na mandíbula. Mia se tornou famosa em 2014 quando realizou um filme pornô utilizando roupas tipicamente muçulmanas. Depois que largou esta área, passou a se dedicar a uma nova paixão, e agora é comentarista de esportes nas redes sociais. 
Mia tem mais de 2 de seguidores no Instagram, foca a maior parte dos comentários nos clubes dos principais esportes dos Estados Unidos como beisebol, futebol americano e basquete.

Comparsa de Rogério 157 é preso na Baixada Fluminense no Rio

Felipe Melo de Assis Braga, o Belo, foi preso pela DCOD Foto: Divulgação
Policiais civis da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) prenderam, nesta segunda-feira, o traficante Felipe Melo de Assis Braga, conhecido como Belo. Investigações apontam que o bandido é um dos comparsas de Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, que protagonizou recentemente uma violenta disputa pelo controle da venda de drogas na Rocinha, na Zona Sul do Rio.
Felipe Braga, de 24 anos, era alvo de um mandado de prisão temporária pelo crime de homicídio. Ele foi localizado pelos policiais civis na casa da sogra, no bairro Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e encaminhado à Cidade da Polícia, no Jacarezinho.
De acordo com a DCOD, o criminoso era ligado ao traficante Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, atualmente cumprindo pena em presídio federal. Quando Rogério 157 trocou de facção e rompeu com Nem, dando início à guerra na Rocinha, Felipe seguiu o mesmo caminho.

Felipe aparece em um cartaz do Disque-Denúncia (21 2253-1177) que pede informações sobre vários comparsas de Rogério 157
Felipe aparece em um cartaz do Disque-Denúncia (21 2253-1177) que pede informações sobre vários comparsas de Rogério 157 Foto: Divulgação
Ainda segundo a especializada, o bandido chegou a passar vários dias escondido numa mata na Rocinha durante os intensos confrontos que ocorreram na favela, mas em seguida conseguiu fugir para outras comunidades dominadas pela facção que passou a integrar. A polícia afirma que Felipe era um dos homens de confiança de Rogério 157 e “braço armado” da quadrilha.
Na semana passada, outros dois suspeitos de integrar o bando de Rogério 157 já haviam sido presos. Na segunda-feira, Adaílton da Conceição Soares, o Mão, foi detido por policiais militares no bairro da Rodilândia, em Nova Iguaçu, também na Baixada Fluminense. Ele era apontado como segurança pessoal do chefe do grupo.
No dia seguinte, Tales Juan Costa dos Santos, o Talibã, de 25 anos, foi preso na própria Rocinha, durante uma incursão do Batalhão de Choque da PM. Segundo a polícia, o bandido também era um dos seguranças de Rogério 157.

Da Redação com  Extra

Irmãos Batista viram réus por manipulação do mercado financeiro

Irmãos Batista viram réus por manipulação do mercado financeiro

 São Paulo – O juiz federal João Batista Leite, da 6.ª Vara Federal, em São Paulo, aceitou nesta segunda-feira, 16, denúncia do Ministério Público Federal contra os irmãos Joesley e Wesley Batista, principais acionistas do Grupo J&F.PUBLICIDADE

Os procuradores da República Thaméa Danelon e Thiago Lacerda Nobre, do Ministério Público Federal, em São Paulo, denunciaram os empresários, na Operação Acerto de Contas, desdobramento da Tendão de Aquiles, por uso de informação privilegiada e manipulação do mercado. Os executivos estão presos.

A Tendão de Aquiles apura o uso indevido de informações privilegiadas em transações no mercado financeiro ocorridas entre abril e 17 maio, data da divulgação dos dados relacionados à delação premiada firmada pelos executivos e a Procuradoria-Geral da República.

Para o Ministério Público Federal, em São Paulo, os irmãos “minimizaram prejuízos mediante a compra e venda de ações e lucraram comprando dólares com base em informações que dispunham sobre o acordo de delação premiada que haviam negociado com a Procuradoria-Geral da República”.

“Juntos, Wesley e Joesley atuaram para reduzir o prejuízo com os papéis e lucrar com a compra da moeda americana, aproveitando-se da informação privilegiada e, como consequência, manipulando o mercado de ações”, diz a Procuradoria da República.

Segundo a denúncia, “as operações ilegais” de venda e compra de ações ocorreram entre 31 de março e 17 de maio.

Wesley foi preso em 13 de setembro, em sua casa, em São Paulo. Joesley havia sido custodiado dois dias antes por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, por suspeita de violação de sua própria delação premiada.

Os irmãos foram indiciados pela Polícia Federal em 20 de setembro. Joesley foi indiciado pela suposta autoria dos crimes de manipulação de mercado e uso indevido de informação privilegiada, previstos na Lei 6.385/76, com abuso de poder de controle e administração, em razão do evento de venda de ações da JBS S/A pela FB Participações, controladora desta última.

Wesley foi indiciado como autor do crime de manipulação de mercado e “como partícipe no crime de uso indevido de informação privilegiada praticado por Joesley com abuso de poder de controle e administração, em relação aos eventos relativos à venda e compra de ações da JBS S/A”.

O relatório final da PF na Tendão de Aquiles foi entregue ao Ministério Público Federal. Segundo o documento, com a assinatura do compromisso de delação premiada, os irmãos tiveram a certeza de que aquele documento “era impactante” e a informação poderia ser utilizada no mercado.

Da Redação com EXAME

JUSTIÇA FEDERAL: Mais de 100 adesões às intimações por whatsapp foram registradas


A Justiça Federal na Paraíba (JFPB) contabilizou mais de 100 usuários ingressos na modalidade de intimação pelo aplicativo WhatsApp, implantada no fim do mês de agosto. A 10ª Vara Federal, sediada em Campina Grande e que fez o primeiro registro no dia 30/08, é a que possui mais adesões, seguida do Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da capital.
Segundo o diretor do Núcleo Judiciário da JFPB, Ricardo Correia, o incentivo à utilização da intimação por WhatsApp pelas Secretarias e a divulgação junto ao público externo são fundamentais para o êxito da iniciativa. “Temos plena convicção de que o incremento das intimações via WhatsApp é de suma importância para a redução dos custos e à proteção ambiental, facilitando e dinamizando o trabalho de forma geral”, disse ele, destacando que outras Varas Federais também estão implantando o serviço, a exemplo da 1ª, em João Pessoa, que fez a primeira intimação na semana passada.

A novidade tem fundamentação na Lei 11.419/2006, regulamentada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e na decisão proferida pelo mesmo órgão no Procedimento de Controle Administrativo nº 0003251.94.2016.2000000, que entendeu pela validade da sua utilização para a comunicação de atos processuais às partes que assim optarem.
O destinatário da intimação deverá estar ciente do recebimento através do aplicativo, no prazo de 24 horas, quando se inicia a contagem dos prazos, na forma da legislação. A falta de resposta por duas vezes, consecutivas ou alternadas, implicará no desligamento do aderente a esta forma de comunicação, que somente poderá solicitar nova inclusão depois de decorrido o prazo de um ano. Em igual penalidade incorrerá se enviar textos, vídeos ou imagens através do aplicativo.

Além disso, as Secretarias das Varas Federais ficam proibidas de prestar quaisquer informações, bem como receber manifestação ou documento através da ferramenta. Caso necessite de qualquer esclarecimento, o usuário deverá comparecer ao atendimento da Vara que praticou o ato ou peticionar no processo. Os interessados em aderir à modalidade de intimação por WhatsApp deverão preencher e assinar um Termo de Adesão e enviá-lo através do e-mail intimacao.whatsapp@jfpb.jus.br.

Da Redação com Polêmica Paraíba

Escola onde segurança foi morto em assalto fechará: “Insegurança”

A Escola Viva Vida, local onde trabalhava o segurança Fábio Alves de Lima, morto durante uma tentativa de assalto em setembro, decidiu encerrar as atividades neste ano.
O anúncio foi feito aos pais por meio de um comunicado oficial, o qual cita o caso envolvendo o funcionário e culpa  a falta de segurança na região, como fatores que influenciaram para decisão da instituição de ensino.
Segundo a direção, as matriculas dos alunos que já estudam não serão renovadas para o período letivo de 2018, nem novas vagas serão abertas. As atividades da escola serão encerradas no dia 20 de dezembro deste ano.
A reportagem do Portal  tentou entrar em contato com a direção da escola, mas uma funcionária afirmou que a instituição “só devia justificativa aos pais e funcionários”.

Da Redação com MaisPB

Corretores receberão nova identidade na Paraíba

Corretores receberão nova identidade na Paraíba
 Mais de duas mil cédulas de identidade ainda se encontram no Conselho Regional de Corretores de Imóveis da Paraíba para serem entregues através das Secretarias na sede e delegacias do Órgão aos profissionais adimplentes inscritos no Sistema, de segunda a sexta-feira no horário comercial. Instituída pelo Cofeci, ela tem modelo único e é de uso obrigatório e a primeira via é gratuita.

Nesse sentido, o Creci-PB deflagrou em todo o estado recente campanha publicitária voltada ao combate ao exercício ilegal da profissão e a importância da intermediação na compra e venda de imóveis por um corretor regularmente inscrito e devidamente identificado, sob tema principal “Sem Creci, esquece !”.

Expedida anualmente, ela terá validade até o dia 15 de abril do ano seguinte ao de referência e a expedição é condicionada ao pagamento da anuidade e a atualização cadastral pelo profissional, direta e gratuitamente no caso da Paraíba, através do sitewww.creci-pb.gov.br.

Carteira sem validade

Desde o último dia 1º de janeiro, a antiga carteira profissional (vermelha), deixou de ser expedida, porém as já emitidas poderão permanecer na posse dos respectivos titulares, desde que carimbada pelo Creci com a expressão “Documento histórico, sem validade legal”.

A nova cédula é expedida sob a forma de cartão rígido de PVC, na cor azul, com expressões impressas em preto, conterá o número do CNAI, se for o caso, substitui o Cartão Anual de Regularidade Profissional (CARP) e sua face frontal será protegida por selo holográfico, tendo como imagem de fundo a figura estilizada do pássaro Colibri, símbolo da profissão e a assinatura e foto digitalizada do portador.

Através do referido site, o Creci-PB também disponibiliza ainda prontuário eletrônico contendo os dados cadastrais de cada profissional inscrito, no qual poderão ser registradas, a requerimento, informações de natureza particular legalmente permitidas.

Da Redação com PB Agora

Plenário do TRE nega cassação de Berg Lima em ação proposta pelo PSL

Ação acusava Berg de ter cometido caixa dois

O plenário do Tribunal Regional Eleitoral decidiu, por unanimidade, negar o provimento a uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) que pedia a cassação do prefeito e vice de Bayeux, Berg Lima e Luiz Antônio, respectivamente. A sessão aconteceu na tarde desta segunda-feira (16).
A discussão da sessão se deu pelo fato de que a demanda teria sido proposta fora dos prazos previstos na legislação, não sobre o mérito propriamente dito.
O relator do processo, juiz Antônio Carneiro de Paiva Júnior, votou pela rejeição da ação e foi seguido pelos colegas.
A ação havia sido proposta pelo PSL, que tinha acusado Berg Lima de ter cometido caixa dois e já havia sido rejeitado de maneira monocrática pelo juiz relator do processo.

Da Redação com WSCom

Câmera de segurança registra assalto na tarde desta segunda em Catolé do Rocha

Diante as imagens de vídeo, dois elementos “arrebataram” a bolsa da vítima que trafegava também de moto


Diante da violência do assalto, a vítima quase sofrer um acidente de moto (Foto: Reprodução/Whatsapp)
Diante tanta fiscalização e blitz na Cidade de Catolé do Rocha durante o final de semana, a criminalidade não da trégua, e mais um crime de assalto é registrado na cidade.
A ação criminosa aconteceu na tarde desta segunda-feira (16), no centro de Catolé do Rocha, Sertão da Paraíba.
Diante as imagens de vídeo, dois elementos de capacete em uma motocicleta se aproximaram da vítima que trafegava em uma moto Honda biz, e de repente os dois, “arrebataram” a bolsa que a vítima carregava. Diante da violência do assalto, a vítima quase sofrer um acidente de moto.

Da Redação com Click PB

PERDEU MANDATO: Juiz afasta prefeito de Alhandra por improbidade administrativa e vice assume


O juiz Antônio Eimar de Lima, da Comarca de Alhandra, determinou a perda do mandato do prefeito Renato Mendes (DEM) por improbidade administrativa.
Na decisão, o magistrado determina a posse imediata do vice-prefeito, Edileudo da Silva Salvino (PTB).
O presidente da Câmara Municipal da cidade, Valfredo José (PT), afirmou que vai se reunir com a mesa diretora para discutir a questão.
“Eu acabei de ser notificado e estou me sentando com a assessoria jurídica e com a mesa para tomar uma decisão. Em breve nos posicionaremos”, disse.

Da Redação com Mais PB

sábado

Vice prefeito Dr. Temístocles Ribeiro Filho emite nota sobre rompimento político dele com a prefeita de Conde

Aos amigos e irmãos do Conde 
Em respeito ao estabelecimento da verdade e honestidade que marcam minha vida, sinto-me na obrigação de falar ao meu povo da minha querida cidade.
Fui surpreendido na noite de ontem com matérias veiculadas pelas mídias a respeito de uma “nota” supostamente distribuída pela prefeita do Conde onde ela faz agressões gratuitas, desnecessárias e desrespeitosas à minha pessoa.
Não entendo o porquê de tanto ódio, agressividade e ataque a quem ela julga ter “fraqueza”, talvez a fraqueza não seja minha, pois fraqueza é um comportamento de quem não tem capacidade para resolver determinadas situações e prefere partir para ataques pessoais e descabidos, tentando assim transferir para outros responsabilidades que são exclusivamente suas. Porém, jamais vou fazer esse tipo de julgamento para com a prefeita, pois minha educação e caráter me fazem respeitar a todos de forma incondicional.
Na nota a prefeita supostamente fala que minha decisão “agride frontalmente o projeto político...”. Bem, não fui eleito para usar a máquina pública como objeto de submissão, nem a serviço, de nenhum tipo de projeto político, fui eleito para usar o poder público em favor da população do Conde, querer usar a máquina pública para implantar projetos políticos de interesses escusos é o que se caracteriza de fato como uma agressão ao povo do Conde, e desse expediente jamais utilizarei.
A prefeita também me agride e me julga de irresponsável, por (na mente perturbada dela) “tentar transparecer à opinião pública e ao eleitorado uma suposta crise político-administrativa”.
Ora, em minha nota não fiz nenhuma referência a qualquer tipo de crise, minha nota foi simples, objetiva e dirigida aos grupos da gestão dos quais eu fazia parte, nada mais que isso. Se alguém, de forma incompetente, está criando uma crise, esse alguém não sou eu. Ainda mais, acho que a prefeita deveria tentar parar de fazer politicagem 24 horas por dia, não estamos em época de eleição pra ela tratar as pessoas como “eleitorado” o tempo todo. Quanto a “cumprir compromissos”, acho que ela não é a melhor pessoa do mundo pra tá falando disso.
Talvez na ânsia de me agredir e me denegrir a prefeita tenha produzido uma nota tão contraditória e mentirosa, que chega a ser ridícula.
Primeiro ela diz que eu me recusei “a participar diretamente das decisões políticas e administrativas mais importantes da Prefeitura”, linhas depois ela diz que “mantivemos um diálogo permanente, compatível com os laços de amizade que estabelecemos, as decisões foram discutidas e compartilhadas”.
Ora prefeita a senhora precisa definir com aqueles que escrevem suas notas se eu não participei, ou se eu participei das discussões de decisões, para não parecer que a senhora está tentando criar mais uma de suas estórias para o povo, afinal se eu nunca exerci nenhuma função executiva, como é que a senhora alega que as decisões eram discutidas e compartilhadas comigo? Coerência e honestidade nas palavras parecem não ser o seu forte.
Outro devaneio recheado de contradição é o fato de a nota dizer que “Pactuamos, ainda durante a campanha vitoriosa, que ao vice-prefeito caberia, a partir da nossa posse, orientar diretamente as ações da saúde.”.
Ora, a prefeita em seus discursos sempre deixou bem claro que nunca fez nenhum tipo de acordos ou pactos para vencer as eleições no Conde, como é que agora surge um suposto “pacto durante a campanha”?
Onde está a mentira, nos discursos de campanha, ou nessa declaração?
O fato de ser médico me credenciava naturalmente a expor minhas ideias sobre saúde, o que não significa que fizemos nenhum tipo de “pacto”, se a prefeita fez “pactos” secretos com alguém que ainda não vieram à tona, com certeza não foi comigo. Por oportuno, desde a campanha a prefeita sabe que sou médico e trabalho em outras cidades, inclusive sua equipe jurídica me defendeu em um processo de impugnação de candidatura alegando que isso não traria nenhum tipo de empecilho para minha atividade política, por que agora tentar demonizar isso?
Sempre trabalhei e trabalho muito dentro da minha profissão, não me envergonho disso, tenho vergonha é de pessoas que nunca trabalharam na vida a não ser ocupando cargos de confiança na máquina pública.
Será que sou eu que tenho “incapacidade de rejeitar as práticas de um passado que o Conde precisa superar”?
Fui eu que tentei proteger um ex-presidente da câmara que renunciou ao cargo por acusações de corrupção e atuei para eleger um outro ex-presidente que todo seu grupo acusava de “membro de gangue” em seus discursos?
Ou será que a tal “incapacidade de rejeitar as práticas de um passado que o Conde precisa superar” seria distribuir “vagas da educação” para vereadores como ficou claro em um áudio vazado de grupo de whatsApp?
Ou ainda, “incapacidade de rejeitar as práticas de um passado que o Conde precisa superar” seria reduzir e fechar serviços de saúde da população em nome de uma necessidade financeira, enquanto gabinetes são inchados com alguns assessores que se quer pisam na cidade para receber dos cofres públicos, mas que são mantidos como se fosse uma demonstração de submissão à políticos?
Pois é, apenas em alguns exemplos fica claro que quem é incapaz de rejeitar práticas políticas atrasadas e desonestas, com absoluta certeza, não sou eu.
Do mesmo modo, não pode ser atribuído a mim o hábito de acreditar “na política enquanto processo de acomodação de interesses”, pois quem é o gestor, quem aplica suas práticas, desejos e vontades usando a máquina pública não sou eu.
Acho que o despreparo e incompetência fazem a prefeita esquecer que o “poder da caneta” para acomodar interesses não é meu, então, de sua prática jamais posso ser acusado.
Quanto às declarações sobre a nomeação de minha esposa como adjunta, depois como secretária, novamente como adjunta e a nomeação de uma advogada de São Paulo, mais uma vez a prefeita tenta criar uma história fantasiosa e falaciosa para tentar me denegrir e esconder sua incompetência em nomear pessoas capazes para gerir a saúde da cidade, tendo usado minha esposa como um tapa buracos durante um período, pois a esposa de seu secretário de comunicação foi nomeada, e após mais de um mês dando cabeçadas na secretaria, teve sua nomeação estranhamente cancelada, o diário oficial do município não me deixa mentir.
Enquanto isso, colocava-se em prática sua política de cortes, reduções e sucateamento dos serviços de saúde para a população. E isso eu jamais vou aceitar para o meu povo.
Desde ontem me pergunto o porquê de uma nota com tanto ódio, tanta agressividade, tanto despreparo para a coisa pública e tantas falácias emitida supostamente pela prefeita.
Na nota que emiti na quarta-feira última eu apenas disse que me sentia decepcionado e por isso estava me afastando, desejei boa sorte a todos e deixei claro o respeito que tenho por todos, da forma como aprendi com meu pai. Nada mais que isso.
Será que se afastar, pensar diferente e não coadunar com submissões e mentiras são atitudes tão graves que mereçam tamanha agressividade da prefeita?
Onde estão o respeito à democracia e ao contraditório?
Até a última terça-feira eu era elogiado e exaltado pela prefeita e por toda sua trupe, não entendo essa mudança de opinião tão rápida e odiosa apenas pelo fato de eu ter dito que estava me afastando de uma função que a própria prefeita diz que eu nunca exerci.
Para concluir, tudo o que desejo, novamente, é uma boa sorte a prefeita pra tentar mudar o que já começou de forma lamentável, pedir a ela que tente agir com inteligência e respeito ao o povo do Conde, que desarme seu palanque e tire do seu coração tanto ódio e agressividade, nossa cidade não merece isso, e finalmente dizer aos meus irmãos do Conde que contem comigo sempre, como sempre foi e como sempre será.

Jacumã/Conde-PB, 06 de outubro de 2017.
Dr. Temístocles Ribeiro Filho - Vice-prefeito eleito pelo povo.    

Da Redação com assessoria do Vice prefeito

segunda-feira

Maia: Denúncia contra Temer e ministros deve ser analisada em votação única

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu hoje (25) que a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral de República (PGR) contra o presidente Michel Temer e dois ministros de seu governo – Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) – seja votada de forma única, sem fatiamento por pessoa ou por crime.
Maia falou com jornalistas após uma reunião de cerca de duas horas com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia. Ele negou, no entanto, ter discutido o tema com ela, embora tenha desconversado sobre a pauta do encontro.
“Para mim é muito claro que é uma votação só, o precedente é esse, e a peça foi encaminhada de forma única [pelo STF]”, afirmou Maia.
A possibilidade de fatiamento foi levantada por alguns parlamentares depois da chegada da denúncia à Câmara na última quinta-feira (21). No entanto, já no dia seguinte, a Secretaria-Geral da Mesa autuou o processo de forma única.
“A Secretaria-Geral tomou uma decisão que foi a minha decisão, de entender que a peça é única”, afirmou Maia. Nesta segunda, entretanto, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), não descartou que o colegiado modifique o entendimento e fatie a votação por acusado.

Para Maia, tal modificação somente deveria ser feita pelo Supremo, e só se o Tribunal for provocado em uma ação formal sobre o trâmite da denúncia. “Se vai haver algum tipo de mudança, acho que não pode ser nem por consulta, deve ser por meio de algum instrumento como mandado de segurança, para que o Supremo possa manter ou mudar a interpretação”, disse o presidente da Câmara.
Ao ser questionado sobre a expectativa do Planalto de que a denúncia seja votada até 22 de outubro, revelada pelo vice-líder do governo na Câmara, Darcísio Perondi (PMDB-RS), Maia respondeu apenas que “quem decide isso é o presidente da Câmara”.
Ele disse confiar que a leitura da denúncia será realizada amanhã (26) em plenário. A formalidade, necessária para que o processo siga para a CCJ, seria realizada nesta segunda, mas acabou adiada por não ter sido atingido um quórum mínimo de 51 deputados.
Segunda denúncia
No último dia 14 de setembro, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot apresentou a segunda denúncia contra Temer ao STF. Nesse processo, Janot acusa Temer e os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, ambos do PMDB, de terem formado esquema de corrupção, envolvendo integrantes do partido na Câmara, com o objetivo de obter vantagens indevidas em órgãos da administração pública.
Na acusação por obstrução de Justiça, Temer teria atuado para comprar o silêncio do doleiro Lúcio Funaro, um dos delatores nas investigações, que teria sido o operador do suposto esquema. A interferência teria ocorrido por meio dos empresários da JBS, Joesley Batista e Ricardo Saud, que são acusados do mesmo crime.
A defesa de Michel Temer contestou as acusações e apresentou ao STF pedido para que a denúncia fosse devolvida à PGR. Mas o plenário da Corte decidiu encaminhar a denúncia para a Câmara, à qual cabe autorizar ou não o prosseguimento da investigação na Justiça.
Em vídeo divulgado na sexta-feira (22), Temer afirmou que foram apresentadas “provas forjadas” e “denúncias ineptas”. “A verdade prevaleceu ante o primeiro ataque a meu governo e a mim. A verdade, mais uma vez, triunfará”, disse.
Na mesma denúncia, também são alvo os ex-deputados Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves, Geddel Vieira Lima e Rodrigo Rocha Loures, todos do PMDB.

 Da Redação com Agência Brasil

UM PARLAMENTO AUSÊNTE: Sem quórum, Câmara adia novamente leitura da segunda denúncia contra Temer

Leitura de denúncia contra Temer é adiada para segunda-feira

Sem quórum, Câmara adia novamente leitura da segunda denúncia contra Temer
Sessão do plenário não foi realizada por causa da baixa presença de deputados. Supremo só poderá analisar denúncia contra o presidente se a Câmara autorizar.
Pela segunda vez, Câmara dos Deputados adiou, nesta segunda-feira (25), a leitura da nova denúncia contra o presidente Michel Temer, apresentada pela Procuradoria Geral da República. Não houve presença suficiente de parlamentares para a abertura da sessão de plenário. A leitura é uma formalidade para o processo ter andamento na Casa.
A sessão de plenário havia sido agendada para iniciar às 14h. Era necessário que, dos 513 deputados, pelo menos 51 deputados estivessem presentes para que ela fosse aberta. No entanto, 30 minutos depois, com apenas 23 parlamentares na Casa, dos quais nove presentes no plenário, a reunião foi cancelada. Uma nova sessão foi marcada para a manhã de terça-feira (26).
A denúncia contra Temer foi entregue pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à Câmara na quinta-feira (21). Na sexta-feira (22), a leitura já havia sido adiada, depois que a sessão do plenário foi cancelada, também por falta de quórum.
Um dos deputados presentes nesta segunda, Chico Alencar (Psol-RJ) afirmou que acreditava que o quórum seria alcançado e trouxe a denúncia impressa para acompanhar a leitura. Segundo ele, a demora do governo em concluir essa etapa já é vista como uma estratégia para angariar apoio.
“A indagação que fica é: tendo pressa em enterrar logo essa denúncia, por que governistas não se mobilizam para dar o quórum aqui? Parece que isso tudo, na verdade, faz parte do jogo. É uma sinalização que eles vão vender carinho esse apoio ao governo, como toda e qualquer matéria”, criticou”, criticou.
Denúncia
Temer foi denunciado ao STF pelos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça. Mas a Corte só poderá analisar a acusação se a Câmara autorizar.
A votação pode acontecer em outubro, segundo estimou o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Nesta quinta, o Supremo rejeitou, por 10 votos a 1, pedido da defesa de Temer para suspender o envio da denúncia à Câmara.
Os advogados do presidente queriam que a Corte aguardasse a conclusão das investigações sobre se executivos da J&F omitiram informações nas delações premiadas. As provas apresentadas por eles compõem parte da denúncia contra Temer.
Análise na Câmara
Assim como na primeira denúncia oferecida contra Temer, por corrupção passiva, caberá à Câmara dos Deputados decidir se autoriza ou não a continuidade do processo ao Supremo.
Se a denúncia seguir para o STF e os ministros decidirem aceitá-la, Temer se tornará réu e será afastado do mandato por até 180 dias.
Mas, para a acusação da PGR contra o presidente seguir para a Corte, são necessários os votos de, no mínimo, 2/3 dos deputados, ou seja, 342 dos 513.
Se a Câmara não der aval ao prosseguimento do processo, a denúncia ficará parada até o fim do mandato de Temer, em 31 de dezembro de 2018.

Da Redação com G1