Réptil tentava atacar filhotes; fotos foram capturadas durante safári na África.
A impressionante luta de um crocodilo com três leoas na savana africana foi capturada por um turista durante um safári.
O episódio começou depois que o réptil tentou atacar os filhotes de leão, mas não conseguiu.
O crocodilo ainda resiste e chega a morder o focinho de um leão.
Após um momento de tensão, leoas atacam crocodilo de forma coordenada (Foto: Solent News )
Três leoas cercaram o crocodilo. Depois de um momento de tensão, os felinos atacam o inimigo.
As imagens foram capturadas pelo médico Tony Goldman, 58, durante um safári nas planícies de Duba, em Botsuana.
As fotos mostram o momento em que as leoas desferem sucessivos ataques simultâneos contra o crocodilo.
Mas o crocodilo não é páreo para os leões, e vira almoço da alcateia.
O réptil ainda chega a reagir, desferindo uma mordida em um dos felinos.
Ao final, o crocodilo não é páreo para as leoas, e acaba virando prato para o resto da alcateia.
O capitão Marcos Barros assumiu o comando da 4ª Companhia e promete ações contra a criminalidade
Capitão Barros comanda a 4ª Cia de Cabedelo
Intensificar operações com blitzen e montar barreiras em locais considerados de maior risco para a comunidade fazem parte da meta de trabalho do capitão Marcos Barros Silva, que assumiu na semana passado o comando da 4ª Companhia da PM, com sede em Cabedelo.
Na semana passada policiais da companhia realizaram investida no bairro São José com o objetivo de tirar de circulação marginais que moram naquela comunidade.
Para o capitão Barros o bairro São José é composto de pessoas de bem, trabalhadoras “mas tem um grupo que seguiu o caminho da marginalidade e isso não vamos permitir”, enfatizou.
E disse ainda, que a polícia fará uma vigilância constante naquele bairro com o objetivo de “saturar” os criminosos.
A 4ª Companhia da PM conta com aproximadamente 300 militares com área de atuação de Cabedelo até a ponta do Cabo Branco. “Nesse período de alta estação é necessário intensificar o policiamento para garantir a segurança dos paraibanos e turistas”, concluiu o capitão Barros.
Depois de terem a tentativa de explodir um caixa eletrônico frustrada na madrugada do último sábado, dia 15, na cidade de Areial, Agreste da Paraíba, um menor foi apreendido, e quatro homens acabaram presos pela polícia no fim de semana. Como os explosivos não foram detonados após uma falha no dispositivo que liga a espoleta na dinamite, o bando acabou surpreendido por uma equipe da Polícia Militar. Na fuga, houve troca de tiros e dois homens e o menor acabaram capturados na cidade de Pocinhos, localizada à 55 Km de Campina Grande.
Josenildo Francisco dos Santos, de 26 anos, e Igor Rogério dos Santos, 27, ambos moradores do bairro do José Pinheiro, em Campina Grande, foram pegos junto com um menor de 16 anos. Os três estavam em duas motos, placas MNR-6511 e JQQ-5920, e portavam dois revólveres calibres 32 e 38. Os outros dois suspeitos que integravam o bando conseguiram despistar a unidade policial em um carro, mas após as diligências realizadas pela polícia, também foram presos.
Jânio Constantino Marinho, também conhecido como "Galêgo", de 23 anos, e Jeferson Anderson do Nascimento, de 22 anos, conseguiram escapar da perseguição em um carro que foi abandonado entre as cidades de Montadas e Puxinanã. O primeiro acabou sendo preso em sua residência, no bairro do Manto Santo, enquanto que o outro estava em uma loja de peças para automóveis, e também foi capturado pela polícia.
‘Não sou herói. Herói não existe. Foi coisa de Deus’, disse Gilberto Branco.
Imagem marcante foi exibida em TVs e sites do exterior.
Na manhã de quarta-feira (12), uma atitude de coragem e solidariedade marcou positivamente a tragédia das chuvas em São José do Vale do Rio Preto, na Região Serrana do Rio de Janeiro. Um dos responsáveis por resgatar dona Ilair Pereira de Souza, 53 anos, que estava em uma casa prestes a desmoronar é o vidraceiro Gilberto Branco Faraco, 23 anos. Ele e Daniel Lopes aparecem nas imagens que correram o mundo e foram exibidas no site do jornal "The New York Times" e na rede de TV CNN, entre outros.
Ao lado, você pode ver a íntegra da gravação feita pelo cinegrafista Rogério de Paula, da InterTV, afiliada da Rede Globo.
No vídeo, Daniel aparece de camiseta amarela. Gilberto aparece nos instantes finais, de camiseta branca. Ele está recolhido na casa de um tio, em Queiroz, e quer evitar dar entrevistas para tentar apagar a imagem de que tenha sido um herói, mas concordou em falar ao G1 sobre o salvamento. O jovem revelou a sensação de resgatar uma pessoa em meio a tantas mortes provocadas pela enxurrada daquela fatídica quarta-feira.
“Não sou herói. Herói não existe. Foi coisa de Deus mesmo. O herói foi ‘Ele’. A gente só foi a ferramenta usada por ‘Ele’”.
Gilberto reencontrou dona Ilair na tarde desta sexta-feira (14), quando voltou ao apartamento onde morava para pegar alguns objetos pessoais. “Ela me agradeceu muito, mas o que vale mesmo é que pudemos ajudar uma pessoa. Estamos aqui para isso. Foi tudo muito rápido. Tudo conspirou para dar certo. Quando a reencontrei, fiquei feliz porque vi que ela tinha voltado a sorrir.”
O vidraceiro disse que só teve tempo de ouvir o pedido de socorro de Ilair. “Ela estava sob o telhado e não tinha como vermos onde ela estava ao certo. Pegamos a primeira corda, com uma cadeirinha de pintor, daquelas usadas em escalada, e jogamos, mas a cadeirinha ficou presa. Corremos para pegar uma segunda corda, que segurava o andaime e jogamos para ela. Eu tentei umas três vezes e o Daniel outras três vezes até acertarmos onde ela estava.”
Sem tempo para pensar
Gilberto disse que a operação de resgate durou entre 5 e 10 minutos. “Não dava tempo para pensar muito. Foi um desespero só. O Daniel foi muito importante e inteligente no salvamento, porque ficou puxando ela para cima. Ele foi muito forte para fazer o que fez, pois ainda tomou cuidado para que a corda, com o peso de dona Ilair, pudesse se cortar com o atrito na grade do prédio onde estávamos.”
Ele revelou que ficou segurando uma das pontas da corda, escorando com o corpo atrás de uma pilastra do prédio. “Tinha de fazer isso para não deixar que a corda cedesse. Outras pessoas também ajudaram, como o Juan, a Miriam, que é a mãe dele, o Ronan e minha namorada (Gabriela Machado Rampini). Foi uma soma de esforços.”
Gilberto mostra como segurou a corda para
resgatar dona Ilair (Foto: Glauco Araújo/G1)
Apesar de ter corrido o mundo, as imagens do salvamento ainda não chegaram aos olhos de Gilberto. “Ainda não vi a cena da gente tirando ela da água e puxando para o prédio. Só lembro do que aconteceu, mas ainda não vi o vídeo. Estou sem energia e internet na casa de meu tio desde aquele dia. Não tenho nem ideia direito do que aconteceu na região com essa chuva.”
Gilberto lembrou dos momentos de susto que passou durante o salvamento de Ilair por causa da força da água. “O prédio chegou a balançar todas as vezes que uma pedra, uma árvore, um caminhão ou um carro batiam na parede do prédio. Cheguei a pensar que todos poderiam cair com o prédio.”
Sono perturbador
A primeira noite de sono após aquela quarta-feira foi diferente para Gilberto. “Foi um sono perturbador, mas ao mesmo tempo tive a sensação do dever cumprido, de que fiz uma coisa boa para alguém. Mas não me considero um herói. Só seria herói se tivesse salvado todas as pessoas que caíram na água, mas muita gente morreu naquele dia.”
Depois de içar dona Ilair para o topo do prédio, Gilberto contou como foram os primeiros instantes depois de encerrar o salvamento. “Foi um silêncio absoluto. Ela (Ilair) entrou em estado de choque. Ela não falava nada e ficava olhando para os lados, girando a cabeça, meio que querendo entender onde estava e o que tinha acontecido. Todos olhavam para ela.”
Gilberto trabalha como vidraceiro há 6 anos em São José do Vale do Rio Preto. Antes, ele trabalhou com o pai, na funerária dele, durante 4 anos. “Acho que, se eu não tivesse conseguido salvá-la, iriam falar que era por ter trabalhado em funerária. Por sorte deu tudo certo”, brincou o jovem.
“A gente passou um aperto danado, mas não perdi tudo. Dona Ilair perdeu tudo, é carente e vai precisar de ajuda para recomeçar a vida”, disse o vidraceiro.
Entrevista
Na quinta-feira (13), dona Ilair deu entrevista ao G1. Leia a seguir o texto:
“Eu pensei que ia morrer, mas pedi, pelo amor de Deus, que meus vizinhos não me deixassem morrer ali”. Foi dessa maneira e com os olhos mareados que a dona de casa Ilair Pereira de Souza, 53 anos, resumiu os momentos de pavor que passou pendurada em uma corda ao ser socorrida por vizinhos na enxurrada em São José do Vale do Rio Preto.
“Nunca tinha feito um nó em corda na minha vida. Quando jogaram a corda, me amarrei rapidinho que nem sei como fiz aquele nó. Estava com tanto medo que o nó fosse fraco que me agarrei como nunca na corda”, disse Ilair.
A vítima era suspeita de ter participado de um assalto na noite de sexta-feira
Edmilson foi alvejado por três tiros nas costas (Crédito: Walter Paparazzo)
Edmilson Paredes de Morais, 44 anos, foi executado com três tiros nas costas na manhã deste sábado, 15, no bairro do Altiplano Cabo Branco, em João Pessoa. Edmilson, mas conhecido com Ninão, foi condenado pelo morte do ex-prefeito de Santa Luzia, Itó Morais.
Ninão foi assassinado por volta das 5h quase na frente do condomínio Vila Real. A Polícia ainda não conseguiu informação sobre a autoria do homicídio.
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Itó Morais e seu motorista João Ribeiro foram assassinados na madrugada do dia 26 de maio de 2002 após participarem de uma feira de animais promovida pela Prefeitura. O crime aconteceu quando o carro do prefeito parou na porteira da chácara de sua propriedade. Eles foram executados por dois pistoleiros.
Ninão foi condenado a 34 anos de prisão, mas cumpria pena em regime semi-aberto.
As inscrições para a primeira edição de 2011 do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) ocorrem entre entre este domingo (16) até terça-feira (18), sempre das 6h às 23h59 (horário de Brasília), exclusivamente pelo site do SiSU.
Pelo sistema, os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010 podem concorrer a 83.125 vagas em 83 instituições públicas de ensino superior, sendo 39 universidades federais, cinco universidades estaduais, 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e uma instituição isolada.
O ministério garantiu que as notas do Enem serão carregadas automaticamente no sistema, após o estudante se logar, mesmo no caso daqueles alunos que não conseguiram visualizar a pontuação.
Ao efetuar sua inscrição, o candidato deve escolher, por ordem de preferência, até duas opções nas vagas ofertadas pelas instituições participantes do SiSU. O candidato também deve definir se deseja concorrer às vagas de ampla concorrência ou às vagas destinadas a políticas afirmativas (cotas). Durante o período de inscrição, o candidato pode alterar suas opções. Será considerada válida a última inscrição confirmada.
Ao final da etapa de inscrição, o sistema seleciona automaticamente os candidatos melhor classificados em cada curso, de acordo com suas notas no Enem 2010. A primeira lista de aprovados será divulgada em 22 de janeiro.
Lista de espera
Os candidatos não aprovados em sua primeira opção, em nenhuma das três chamadas, poderão constar da lista de espera do SiSU, desde que confirmem seu interesse na vaga, durante o período especificado. Esta lista de espera não irá considerar reservas de vagas para cotas e bônus eventualmente atribuídos pelas instituições à nota do candidato no SiSU. O uso da lista de espera do SiSU para convocação dos candidatos será feito a critério de cada instituição.
No caso de notas iguais, o desempate entre os candidatos será efetuado considerando-se a seguinte ordem de critérios:
1) Maior nota obtida na redação;
2) Maior nota obtida na prova de linguagens, códigos e suas tecnologias;
3) Maior nota obtida na prova de matemática e suas tecnologias;
4) Maior nota obtida na prova de ciências da natureza e suas tecnologias;
5) Maior nota obtida na prova de ciências humanas e suas tecnologias;
O resultado do candidato estará disponível no site SiSU, nas instituições participantes e na Central de Atendimento do MEC, no telefone 0800-616161.
Dupla ofereceu carona numa moto e no caminho praticaram o assalto
Alex e Francinaldo, presos em Jericó (Crédito: 12º BPM)
Policiais do destacamento militar de Jericó, na região polarizada por Catolé do Rocha, prenderam Alex de Oliveira Silva (Titica), 18 anos, residente no sítio Cantofa, zona rural do município, e Francinaldo Raimundo de Sousa, 22,o “Dim”.
A vítima foi o pedreiro Djacir Andrade Paixão, 57 anos, também morador daquela cidade do Sertão paraibano. A prisão da dupla aconteceu na noite de sexta-feira, 14.
Segundo consta de relato do 3º Batalhão da PM, sediado em Catolé do Rocha, por volta das 19h Djacir Paixão estava bebendo e dançando numa pousada em Jericó quando pediu ao garçom para chamar um mototáxi. Foi quando Alex e Francinaldo disseram que o deixaria em casa, pois também estavam de saída.
Os três saíram numa moto e na PB-325 a dupla anunciou o assalto e após espancar o pedreiro tomaram o dinheiro dele, a quantia de R$ 172 e fugiram. A guarnição comandada pelo sargento João Galdino conseguiu prender a dupla e recuperar o dinheiro. Ambos foram autuados na Delegacia de São Bento.
O plantão da Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) recebeu três corpos nas últimas horas, sendo uma morte natural e duas vítimas de arma de fogo.
De acordo com a Gemol, George Alex, que morava em João Pessoa, teve morte natural. O segundo corpo foi o de um homem identificado apenas como Fábio, ele morava em Caaporã, e morreu após uma troca de tiros com a polícia.
O terceiro corpo foi de Douglas Robson de Araújo, de 14 anos, ele foi assassinado a tiros de revólver no bairro do Grotão, em João Pessoa. O adolescente foi atingido por tiros de revólver disparados por um homem ainda não identificado que fugiu em direção à Comunidade Nova República, no Conjunto Ernesto Geisel, logo após praticar o crime.
Ted Williams participou de programa na TV e tomou decisão de se livrar das drogas
Ted Williams em uma de suas entrevistas à mídia americana após fama repentina por sua "voz de veludo" no rádio
Apesar de sua história de superação, o mendigo americano que ficou famoso por sua “voz de veludo” como locutor de rádio anunciou que vai entrar em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, informa o jornal USA Today.
Durante a gravação do programa de TV Dr. Phil Show, em Los Angeles, Ted Williams, de 53 anos, comunicou sobre sua decisão de procurar ajuda médica para superar o vício em álcool e drogas, disse um porta-voz da atração.
Segundo o USA Today, Williams chegou a essa conclusão após uma conversa com Dr. Phil, apresentador do programa sobre saúde e espécie de conselheiro de seus entrevistados. A edição com o mendigo famoso irá ao ar nesta quinta-feira (13).
Williams estaria tendo um “comportamento estranho” nos últimos dias, que culminou em uma briga com uma de suas filhas em um hotel de Hollywood. Ele foi brevemente preso pela polícia e acabou sendo libertado mais tarde.
Familiares aparecem no programa dizendo que o americano não está preparado para lidar com a fama repentina. Mesmo que Williams já tenha afirmado que está longe das drogas a mais de dois anos, ele admite ao Dr. Phil que tem bebido ultimamente, de acordo com o USA Today.
Relembre história da “voz de veludo”
Um repórter estava andando de carro em Ohio, nos EUA, quando viu um desabrigado pedindo dinheiro e dizendo que era um ex-radialista. Ele ficou interessado e resolveu escutar o homem.
Mas, na hora em que a voz do cara saiu, ele ficou realmente surpreendido: era realmente uma locução muito boa. O mendigo em questão era Ted Williams, que já havia trabalhado no rádio - mas sua carreira acabou por conta do envolvimento com álcool e drogas.
Agora ele pediu uma nova chance e já recebeu propostas de emprego (uma no valor de quase R$ 17 mil) e, segundo uma rádio local, está sendo sondado por ESPN e MTV.
Vítima foi atingido por um tiro enquanto passeava de moto
O presidiário do regime semi-aberto, Ivan José Reis, 44 anos, foi assassinado por dois homens a aproximadamente 100 metros da sua residência na Comunidade Rabo da Gata no Renascer III, em Cabedelo.
O crime ocorreu por volta das 17h dessa terça-feira, 11. Segundo informações da Polícia, a vítima foi atingido por um tiro enquanto passeava de moto. A vítima ainda tentou fugir mesmo ferido, mas foi alcançado e morto. A Polícia não tem pistas sobre os assassinos.
Ex de Mércia pediu devolução de celulares, armas, roupas e sapatos.
Para desembargadora, bens ainda podem ser importantes para peritos.
Mizael Bispo é acusado da morte da advogada
Mércia Nakashima (Foto: Juliana Cardilli/G1)
O Tribunal de Justiça de São Paulo negou nesta quarta-feira (12) a devolução de vários bens ao ex-policial Mizael Bispo de Souza, acusado de matar a advogada Mércia Nakashima, em junho de 2010. Mizael pediu a devolução de celulares, armas, roupas e sapatos. Os bens estão sob a guarda do juiz da Vara do Júri de Guarulhos, na Grande São Paulo.
Mizael Bispo de Souza e o vigia Evandro Bezerra Silva, acusados pelo crime, estão com a prisão preventiva decretada e aguardam julgamento de habeas corpus para responder ao processo em liberdade. Os dois estão foragidos.
Segundo a relatora do recurso, a desembargadora da 12ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça, Angélica de Almeida, não há como restituir os bens ao ex-policial porque eles ainda podem ser importantes aos peritos.
Mizael tem 40 anos, é advogado, policial militar reformado, ex-namorado e ex-sócio de Mércia. Ele é apontado como o mentor do crime. Foi acusado de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima) e ocultação de cadáver. Segundo o Ministério Público, ele matou a advogada por ciúmes, já que não aceitava o fim do relacionamento. Ele nega o crime. Desaparecimento
Mércia desapareceu da casa dos avós em Guarulhos, em 23 de maio, quando saiu de carro. Após a denúncia feita por um pescador, o veículo e o corpo dela foram encontrados por bombeiros em uma represa de Nazaré Paulista, no interior de São Paulo, nos dias 10 e 11 de junho, respectivamente.
Orelhão está instalado na frente da casa de uma traficante no bairro de Mandacaru
Orelhão era usado para pedir droga (Crédito: Crédito: Walter Paparazzo)
‘Disque Nóia’, esta era a modalidade utilizada por traficantes do bairro de Mandacaru para vender e entregar droga através de ‘moto boy’. É o que foi descoberto durante operação da Polícia Militar realizada naquela comunidade considerada uma das críticas e violentas da Capital.
A nova modalidade era feita através de um orelhão existente na frente da residência da mulher considerada como uma das traficantes de droga do bairro.
Na operação realizada nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira, 12, policiais do Serviço de Inteligência e Pelotão de Choque do 1° Batalhão apreenderam celulares, dinheiro e droga. Foram presas três pessoas, sendo um homem e uma mulher e ainda apreendidos dois adolescentes de 15 e 16 anos.
Presos foram levados para a Central de Polícia (Crédito: Crédito: Walter Paparazzo)
A operação comandada pelo tenente Carlos Eduardo prendeu Maria Helena Cabral da Costa, 40 anos; Fábio dos Santos Garcia, de 27 e ainda apreendeu uma adolescente de 16 anos e o garoto de 15. No apartamento de Helena, naquele bairro, foram apreendidos meio quilo de maconha, cerca de 30 pedras de crack, celulares, dinheiro e ainda uma balança de precisão.
Para os policiais o garoto de 15 anos revelou que no domingo, 9, atirou contra uma jovem, conhecida por Janaina Maria, que está internada no hospital de Trauma, porque ela havia comprado 50 pedras de crack e não pagou.
Durante a operação policial foi descoberto que um orelhão existente na frente da residência de Helena funcionava como ‘disque nóia’ (espécie de pronta entrega de droga) que era feita através de um ‘moto boy’.
PM cercou a área para prender traficantes (Crédito: Crédito: Walter Paparazzo)
O tenente Carlos Eduardo disse que o comandante do 1°BPM, tenente coronel Jefferson Pereira e Silva havia determinado, através do Serviço de Inteligência, um minucioso levantamento no bairro de Mandacaru, considerado uma comunidade crítica da Capital, com o objetivo de descobrir ‘bocas de fumo’ e prender um dos principais traficantes da localidade.
Na madrugada de hoje o Serviço de Inteligência junto com o Pelotão de Choque deflagrou a operação, mas, o bandido procurado não foi localizado. “O nosso trabalho não teve êxito total porque o principal traficante não foi preso”, disse o tenente. Todos os presos e o material apreendido foram levados para a Central de Polícia e entregues na Delegacia de Repressão ao Entorpecente.
INVASORES NA INTERNET
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[image: INVASORES NA INTERNET]
Hoje em dia a maioria dos cidadãos tem em suas mãos smartphones com
capacidade de entrar na internet para acessar e-mail’s, c...
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