Após toda polêmica que envolveu a ex-primeira dama Pâmela Bório,
nesta quarta-feira (28), a jornalista recebeu apoio de comunicadores
paraibanos. Pâmela, publicou em seu Instagram uma foto com as mensagens
de apoio, sobre o caso que envolve o vazamento de suas fotos íntimas,
após um incidente ocorrido em 2016, onde a jornalista teve seu celular
roubado e as fotos, poderiam estar no celular levado.
Durante o programa Correio Debate desta quarta-feira (28), os
jornalistas Adriana Bezerra e Wellington Farias, também prestaram apoio e
cobraram posicionamento ao Coletivo Feminino Cunhã e ao Centro da
Mulher 8 de Março, que são espaços que apoiam, lutam, denunciam e
reivindicam, junto com as mulheres vítimas da violência.
Na tarde desta quinta-feira os dois comunicadores voltaram a tratar
do tema, e citaram nominalmente na cobrança a Deputada Estela Bezerra e a
vereadora Sandra Marrocos.
A
Polícia Civil, da 5ª Delegacia Distrital de Campina Grande, com apoio
da 7ª Delegacia Distrital e o Núcleo Especializado de Repressão ao
Tráfico e Homicídio (Nertho) realizou, na manhã desta quinta-feira (29),
a Operação Mercancia, que teve como objetivo combater o tráfico de
drogas na cidade. Durante a Operação, quatro pessoas foram presas nos
bairros Jardim Verdejante, Catingueira e no Sítio Lucas.
A polícia identificou os suspeitos durante o trabalho de investigação
para descobrir os pontos de vendas de entorpecentes nestas localidades e
os responsáveis pela distribuição das drogas. Os levantamentos das
áreas começaram depois de várias denúncias feitas para o número 197
Disque Denúncia da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social
(Sesds). As ligações anônimas revelaram a existência dos pontos de
drogas. Com isto foi realizado um levantamento para descobrir se o crime
estava sendo praticado e, após a confirmação, foram solicitados os
mandados de prisões dos suspeitos.
Os quatro mandados de prisões preventivas e de busca e apreensão de bens
foram expedidos pela Vara de Entorpecentes de Campina Grande no dia 22
de junho. De posse das ordens judiciais, os policiais civis montaram a
Operação para prender os suspeitos, Lucimario Lins Ramalho, 25 anos,
Luis Fernando Cruz de Araújo, 20 anos, Alexandre Pereira da Silva, 32
anos, e Ellen Karla Lins Ramos, 27 anos. Para evitar uma fuga, os
policiais realizaram diligências e uma campana, observaram o movimento
das ruas e a rotina dos suspeitos. A intenção era esperar a entrega de
uma remessa de drogas, mas como não aconteceu os policiais realizaram as
abordagens.
A ação foi coordenada e rápida para impedir que os suspeitos pudessem se
comunicar. Lucimario e Ellen Karla foram presos no bairro Jardim
Verdejante, Luis Fernando no Sítio Lucas e Alexandre na Catingueira. De
acordo com o inquérito policial, os investigados fazem parte de uma
quadrilha responsável pela comercialização de substâncias entorpecentes
nos bairros Jardim Verdejante e Serrotão, sendo responsáveis também por
arremessar drogas para dentro do Presídio Serrotão. Os suspeitos foram
ouvidos na Delegacia e vão responder na Justiça por tráfico de drogas e
associação para o tráfico.
Lucimario, Luiz Fernando, Alexandre e Ellen Karla estão recolhidos nas
carceragens da Central de Polícia Civil de Campina Grande no bairro do
Catolé. Os suspeitos vão ficar no local até serem ouvidos pelo juiz na
audiência de custódia.
Antes de João Pessoa, o suspeito tentou sacar a quantia de R$ 50 mil em uma agência de Campina Grande
O paulista será apresentado à audiência de custódia nesta sexta-feira
(Foto: Reprodução/assessoria)
O paulista Rodrigo Merola Antunes, de 32 anos, preso
em flagrante nesta quinta-feira (29) por agentes da Delegacia de
Defraudações de João Pessoa (DDF) e por policiais militares acusado de
tentar praticar golpe em uma agência bancária da Capital, na Avenida
Epitácio Pessoa.
De acordo com a DDF, o santista teria agendado um saque no valor de
R$ 75 mil, informando que um “motorista” iria fazer o saque.. A agência
desconfiou da conduta e entrou em contato com a agência de São Paulo,
descobriu que o titular da conta havia sido vítima de um golpe e que seu
número de telefone havia sido “hackeado”, ou seja, os golpistas estavam
acessando todas as informações pessoais do titular da conta bancária
(inclusive número pessoal de telefone).
Antes de João Pessoa, o suspeito tentou sacar a quantia de R$ 50 mil
em uma agência de Campina Grande, ontem à tarde, mas fugiu antes de
sacar o valor. Hoje, em João Pessoa, o suspeito (já identificado em face
de ter utilizado a mesma CNH usada na tentativa do golpe em Campina
Grande) foi abordado por policiais militares e conduzido à DDF, para a
adoção dos procedimentos cabíveis.
Rodrigo Merola Antunes informou à polícia ter escolhido a Paraíba
para a execução de suas condutas por achar que não seria descoberto. O
suspeito foi preso em flagrante pelos crimes de estelionato, uso de
documentos falsos e falsa identidade. O Paulista, se condenado, pode
pegar mais de 12 anos de cadeia.
O paulista será apresentado à audiência de custódia nesta sexta-feira.
Quaisquer denúncias sobre crimes desta natureza poderão ser
encaminhadas à Polícia Civil através do Disque-Denúncia - tel. 197. O
sigilo é garantido. Da Redação com Click PB
Ator estará no ar em “A fórmula”, próxima série da TV Globo Foto: Rafael Campos/Rede Globo/DivulgaçãoFábio
Assunção, que estreia na próxima quinta-feira a série “A fórmula” como
protagonista, pediu que o Hospital Memorial Arcoverde, onde foi atendido
no último domingo, reavaliasse a demissão da funcionária
que o filmou. Na última terça-feira, a instituição divulgou uma nota
informando sobre a demissão da prestadora de serviços, sem divulgar sua
identidade. Nesta quinta-feira, a assessoria do ator confirmou que o
artista enviou pedido para que ela fosse aceita no trabalho novamente.
“A
assessoria do ator confirma que o mesmo entrou em contato com o
hospital para que a diretoria reavaliasse o afastamento”, diz nota.
As
imagens da funcionária mostraram a passagem do ator pelo hospital
privado e exibiram outros pacientes. Muito alterado, Assunção não
recebeu atendimento e saiu da unidade logo depois. A diretoria avaliou
que o autor do vídeo espalhou a filmagem sem o consentimento e o
conhecimento da chefia — o que viola o código de ética e a imagem do
hospital e do artista. O hospital lamentou o que chamou de "infeliz
iniciativa" e condenou a atitude da agora ex-funcionária.
No
início da semana, a namorada de Fábio Assunção, Pally Siqueira, afirmou
que o empregado “teve que arcar com as consequências” de um "crime".
"Da
mesma forma que o Fábio assumiu o erro e disse que está disposto a
pagar pelos seus atos, esse funcionário cometeu crime e faltou com ética
e teve que arcar com as consequências dos seus atos", escreveu a atriz,
que lançou com o namorado um documentário sobre a tradição do samba de
coco antes da confusão da madrugada.
O Hospital Memorial
Arcoverde, de Pernambuco, informou, no entanto, que afastou por
definitivo a funcionária que filmou e divulgou nas redes sociais um
vídeo do ator Fábio Assunção alterado na recepção da unidade de saúde.
As imagens foram gravadas antes de o artista ser preso por
desacato e dano ao patrimônio público na madrugada de sábado, após a
festa de São João da cidade. Fábio Assunção estava no município para
divulgar o documentário "Eu sonho para você ver".
Militares
eram lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 e são acusados
de receber propina, além de venda de armas. Até 12h30, 54 policiais
foram presos
Rio
- A Divisão de Homicídios de Niterói, ltaboraí e São Gonçalo realizou,
na manhã desta quinta-feira, a Operação Calabar, com objetivo de cumprir
mandados de prisão contra 96 PMs e 70 acusados de envolvimento com o
tráfico de drogas. Trata-se da maior operação contra a corrupção na
Polícia Militar já realizada na história do Rio. Os militares eram
lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 e são acusados de
receber propina, que era chamada por eles de "meta", além de venda de
armas para 41 comunidades, entre elas Salgueiro, Santa Luzia, Santa
Izabel, Jóquei, Jardim Catarina, Ocupação Coruja e Alto dos Mineiros,
todas naquele município.
Polícia faz megaoperação para prender PMs corruptos
Polícia
realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM
(São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de
venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia
realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM
(São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de
venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia
realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM
(São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de
venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia
realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM
(São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de
venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia
realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM
(São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de
venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia
realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM
(São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de
venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia
realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM
(São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de
venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
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7 fotos
Até 14h30, a polícia informou que cumpriu 63
mandados de prisão contra PMs, sendo que seis estavam presos por outros
crimes. Já contra traficantes foram 22 mandados cumpridos, mas 15 já
estavam atrás das grades. O cabo Fernando Cataldo Cortes foi preso em
casa por volta das 6h20, em Icaraí, bairro da Zona Sul de Niterói. Outro
PM foi detido em Nova Friburgo, na Região Serrana. Também há policiais
das UPPs do Complexo do Alemão e do Morro do Borel capturados na
operação.
Entre os traficantes presos estão
Daniel Soares e Renato Drumond Tardin. Segundo as investigações, os dois
também recolhiam propina para os PMs. De acordo com a Polícia Civil, o
valor pago por traficantes rendia cerca de R$ 1 milhão por mês aos
militares. Uma mulher identificada como Thais de Oliveira Rozendo foi
presa em flagrante com drogas, um radiotransmissor e 1 pistola Glock 9mm
na comunidade do Anaia.
Mulher foi presa em flagrante durante operação na comunidade do Anaia
WhatsApp O DIA (98762-8248)
Os mandados de prisão e busca e apreensão
para casas dos militares e unidades onde eles estão lotados atualmente -
já que foram transferidos para outras unidades durantes as
investigações - foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de São Gonçalo e
Auditoria da Justiça Militar.
Dos 96 PMs com
mandado de prisão, 41 ainda estão lotados no 7º BPM. Outros 20 foram
transferidos para o vizinho 12º BPM (Niterói), enquanto 15 estão no 35º
BPM (Itaboraí). Os demais policiais estavam em outras unidades da
corporação.
Os policiais
envolvidos atuavam nos Grupos de Ações Táticas (GAT's); Destacamento de
Policiamento Ostensivo (DPO's), Serviço Reservado (P-2) e patrulhamento
do 7º BPM.
Policiais cumpriram mandados no batalhão de São Gonçalo, onde os policiais eram lotados na época dos crimes, entre 2014 e 2016
Estefan Radovicz / Agência O Dia
A proprina era paga semanalmente perto do
batalhão do município e até em DPO's. No DPO do Jardim Catarina o
repasse, de R$ 150 a R$ 200, era feito sempre da madrugada ou pela
manhã, através de lançamento do maço de notas pela janela do
destacamento.
Os militares corruptos dividiam a área
onde a propina era recolhida por Grupos de Ações Táticas, que eram
batizados com apelidos como GAT Marreta, GAT Mochila ou Mochilão, GAT
Sombrancelhudo, GAT Fantasma I, GAT Fantasma II e GAT “B” ou GAT do
Peixe ou GAT do Harduim.
Policiais prenderam o cabo Fernando Cortes em Icaraí
WhatsApp O DIA (98762-8248)
O início do inquérito na DH começou com a prisão
de um traficante que decidiu delatar o esquema. Gravações telefônicas e
imagens de vídeos com os policiais recebendo propina também foram
incluídas no processo. Ele informou que recolhia R$ 120 mil por semana
para a propina dos PMs, o que resulta em cerca de R$ 480 mil mensais.
Os policiais presos irão responder pelos crimes de
organização criminosa armada com a participação de funcionário público
(pena de 3 a 8 anos), corrupção passiva (de 2 a 8 anos) e fornecer arma
de fogo (de 3 a 6 anos). O nome da operação faz referência a Domingos
Fernandes Calabar, considerado o maior traidor da história brasileira.
A
Operação Calabar coloca novamente o batalhão de São Gonçalo na
berlinda. A juíza Patrícia Acioli foi executada na porta de casa com 21
tiros em agosto de 2011, em Niterói, por policiais do 7º BPM. A
magistrada atuou em diversos processos em que os réus eram policiais
militares envolvidos em mortes de suspeitos durante confronto.
Escutas flagram conversa entre PM e traficante
Em
uma interceptação telefônica gravada com autorização da Justiça em 11
de dezembro de 2014 às 23h09 um traficante conversa com um PM. Eles
falam do acerto no pagamento de propina para não combater o tráfico,
para deixar "tudo suave". Traficante: Mas vocês são da grandona? Policial:Exatamente.
É da barca. A gente ia bagunçar vocês hoje aí, mas aí o amigo veio aqui
e deu o papo que fechou a sintonia contigo aí. Traficante: Fechamos a sintonia, sim, do contato Policial: Então, veio e deu um papo e falou para não zuar vocês, não. Para deixar tudo suave. Traficante:
Nós perdemos pros parceirinhos de vocês... tá ligado... mas ficou
fraco... mas tipo assim... nós vai (sic) fazer um dinheirinho aqui...
vamos ver a melhor forma
Em outra conversa, em 17 de dezembro de
2014, às 23h09, o policial diz que não conseguiu pegar a propina, que
na conversa eles chamam de "metinha", pergunta se é possível mandar
algum e pede meia caixa (arrego). O PM ficou irritado com traficante que
não atendeu a ligação antes. Policial: E aí do contato? Qual foi p.? Traficante: O telefone tava na carga e vi sua ligação agora Policial:
O que acontece. Domingo a gente ficou meio f. aí não deu pra fazer a
correria não. Aí, eu queia ver se tem como pegar a metinha aí Traficante: Tem que pegar a metinha hoje Policial: Semana passada não chegou nada... Traficante:
O bagulho tá fraquinho, mas nóis tá trocando o trabalho da rua aqui.
Tem como dar uma segurada até amanhã pra nóis colocar esse bagulho novo
na rua e nóis manda logo esse dinheiro teu aí, o do contato? Policial: ...Aí é f. Aí sábado já vai embolar com outro, aí vai ficar ruim Traficante: o trabalho demorou maior tempão para poder fechar esse trabalho aí na rua, tá liago. Mas pode deixar que pelo menos uns 500 Policial: ...Pô, Natal tá chegando aí vocês não dão moral.
Em ligação no dia 4 de março de 2016, às 15h22, PM oferece compra de munição para traficante. Traficante: Fala tu Policial: Beleza? Traficante. Tranquilão, meu parceiro, fala tu Policial: Interessa 20 caroços (balas) de quarenta não? Traficante: Não tenho interesse Policial. Tá, beleza Traficante: Se
tiver de nove (munição para pistola calibre 9 milímetros) me interessa,
nove trezentos e oitenta (munição para pistola calibre 380) Policial: O maluco deixou aqui 25 caroço (sic) para vender pra ele, fala com os amigos aí Traficante: Ah tá, se tivesse até pegava. Hoje é quem hoje o plantão? Policial: Mano, mudou tudo Traficante: É? Policial: Mudou tudo. Aquele gato preto saiu Traficante: Saiu. Tá mais rodando não? Policial: Não. Deve tá pra outra rota Traficante: Ahã Policial: Aquele cara que pegava o arrego, aquele gordinho rodou (sic)? Traficante. É. Eu vi o gordinho rodando. O gordinho que pegava para ele, né. PM se manifesta com nota em rede social
A
Polícia Militar se manifestou no Facebook, na manhã desta quinta-feira,
sobre a megaoperação que está sendo realizada pela Polícia Civil para
prender 96 PMs e 70 traficantes.
"Policiais militares, todos nós
iniciamos o dia de hoje incomodados pela operação que está em curso.
Sentimos na própria pele toda vez que policiais militares são acusados
de crimes graves. Mas não podemos deixar de ressaltar que se trata de
uma operação necessária para nos fortalecer. A operação de hoje, ao
contrário do que alguns querem construir, teve participação constante da
Corregedoria Interna da PM, o que mostra que não foram órgãos externos
que protagonizaram essa ação. Desafiamos outro órgão correcional de
qualquer segmento profissional a mostrar resultados tão contundentes
quanto a Corregedoria da PM na apuração de desvios e exclusão de seus
agentes".
STTP
informou que é preciso manter o ambiente fechado e livre de circulação
humana por pelo menos 48h, em virtude do inseticida utilizado, e retorna
com o atendimento normal na próxima segunda (3)
Prédio passa por dedetização
A
Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) de Campina
Grande emitiu comunicado à população informando que nesta sexta-feira
(30) não haverá expediente para atendimento ao público. A medida se deve
à impossibilidade do funcionamento dos serviços administrativos de
protocolo e demais procedimentos operacionais internos em virtude da
aplicação do controle químico para combate a animais peçonhentos, nas
instalações do prédio administrativo do órgão.
A
STTP informou que é preciso manter o ambiente fechado e livre de
circulação humana por pelo menos 48h, em virtude do inseticida
utilizado, e retorna com o atendimento normal na próxima segunda-feira
(3), a partir das 12h, inclusive no setor de recadastramento da
gratuidade.
Já na segunda e terça-feira (4), não haverá
expediente no anexo de trânsito da STTP, também objetivando a
dedetização da área interna do prédio, o que impossibilita a realização
dos procedimentos internos. O atendimento normal retorna na próxima
quarta-feira (5), a partir das 6h.
Nesse período as salas de
atendimento do SAA - Central de Rádio - e da Gerencia de Trânsito
funcionarão provisoriamente na sala de reuniões do prédio administrativo
da STTP, que já estará liberada para atividades internas.
Para dúvidas ou informações adicionais, a STTP está disponibilizando os números de contato 3341.1517 ou 3341.1278.
Também conhecido como Dia de
Cooperar, o Dia C foi criado em 2009 em Minas Gerais, e logo ganhou a
adesão de cooperativas de todo o país
Créditos: Reprodução / WEB
A Unimed João Pessoa vai oferecer serviços de saúde, realizar uma aula
de zumba e distribuir sementes de hortaliças, no próximo sábado (1), no
Dia C. Realizada no Parque Solon de Lucena – a Lagoa -, das 8h30 às 13h,
a ação está sendo promovida em comemoração ao Dia Internacional do
Cooperativismo, celebrado todo ano no primeiro sábado de julho. Nessa
data, dentro do programa de responsabilidade social, cooperativas de
todo o Brasil realizam projetos de transformação nas comunidades por
meio do trabalho voluntário.
Os serviços de saúde incluem aferição da pressão arterial, testes de
glicemia, verificação do Índice de Massa Corporal (IMC) e orientações
sobre atitudes que contribuem para uma melhor qualidade de vida. A
Cooperativa também distribuirá folders mostrando como fazer uma horta em
casa.
Também conhecido como Dia de Cooperar, o Dia C foi criado em 2009 em
Minas Gerais, e logo ganhou a adesão de cooperativas de todo o país, com
o apoio do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e de
suas unidades estaduais.
No ano passado, 1.278 cooperativas desenvolveram ações em mais de 77
cidades brasileiras, com a participação de 86 mil voluntários.
Este ano, na Paraíba, mais de 20 cooperativas participam do Dia C, com o
objetivo de beneficiar cerca de 2 mil pessoas, por meio de serviços
gratuitos de saúde, cidadania e atrações culturais. Quem for ao evento
terá à disposição a emissão de RG e CPF, cortes de cabelo, cadastro de
currículos, degustação de produtos de cooperativas, entre outros.
Nomeada 24 horas após a Associação Nacional dos Procuradores da
República (ANPR) divulgar a lista tríplice de indicados para substituir o
atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Raquel Dodge se
reuniu na noite dessa quarta-feira (28) com o presidente do Senado,
Eunício Oliveira (PMDB-CE). Já na manhã desta quinta-feira (29), Eunício
anunciou a escolha do senador Roberto Rocha (PSB-MA) para ser o relator
da indicação de Raquel para o comando da Procuradoria-Geral da
República (PGR).
Com um partido dividido quanto ao apoio ao presidente Michel Temer,
Rocha faz parte da ala governista. Ontem (quarta-feira, 28), durante a
votação da reforma trabalhista na Comissão de Constituição e Justiça
(CCJ) do Senado, Rocha foi substituído pela senadora Lídice da Mata
(PSB/BA) por ser a favor da reforma trabalhista. Lídice teve
posicionamento contrário.
Diante da rápida movimentação do governo para enfraquecer os trabalhos
de Janot, que deixa a PGR no dia 17 de setembro, a sabatina na CCJ
deverá ocorrer antes do recesso parlamentar. O presidente do Senado vai
ler a indicação na sessão deliberativa extraordinária nesta quinta-feira
(29). Em seguida, será encaminhada à CCJ.
Raquel Dodge ficou em segundo lugar na lista tríplice da Associação
Nacional dos Procuradores da República (ANPR), encabeçada por Nicolao
Dino – o mais próximo a Janot – e também integrada por Mário Bonsaglia.
Ela precisará ser sabatinada e ter o nome aprovado pelo Senado para
tomar posse, no dia 17 de setembro.
Nas discussões internas do Ministério Público, Dodge vinha fazendo
críticas ao que considerava excessiva mobilização de recursos materiais e
humanos para a Operação Lava Jato, argumentando que o MP tem outras
frentes importantes para atuar.
Ao escolhê-la, Michel Temer quebrou a prática adotada nos últimos 14
anos pelos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff de endossar o procurador
mais votado pelos membros do MPF. Embora tal procedimento tenha sido
inaugurado pelo PT, era severamente criticado por integrantes do
partido, por tolher a liberdade de escolha do chefe do Executivo perante
uma instituição já extremamente poderosa.
Essa é a segunda vez que o governo prorroga o prazo de pagamento
O prazo de pagamento do abono salarial do PIS e do Pasep , que acabaria
amanhã, será prorrogado. Quem deixar de sacar o benefício até amanhã
pode esperar pela reabertura do prazo de pagamento, que será retomado em
27 de julho.
Segundo cálculos do Ministério do Trabalho, mais de 1,57 milhão de
trabalhadores ainda não sacaram o benefício. O valor disponível chega a
1,97 bilhão de reais. O valor do abono salarial varia de 78 reais a 937
reais, dependendo do tempo em que a pessoa trabalhou em 2015.
Essa é a segunda vez que o governo prorroga o prazo de pagamento. No
ano passado, os trabalhadores também tiveram mais tempo para sacar o
benefício. Se o prazo não tivesse sido prorrogado, os trabalhadores que
esqueceram de sacar perderiam o dinheiro – ele seria devolvido ao Fundo
de Amparo ao Trabalhador (FAT).
O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat)
também aprovou ontem o calendário de pagamento do abono salarial do
ano-base 2016. Os recursos vão beneficiar 24,12 milhões de
trabalhadores, que poderão começar a sacar, também, no próximo dia 27 de
julho. O saque inicial, neste caso, será para os nascidos em julho
(PIS), que recebem pela Caixa, e para quem tem inscrição com final 0
(zero) e que recebem Pasep pelo banco do Brasil. Quem tem direito
Para ter direito ao benefício é preciso:
– Estar cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos;
– Ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante 2015;
– Ter exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias em 2015;
– Ter seus dados informados pelo empregador corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
O pagamento é proporcional ao período trabalhado. Quem trabalhou o ano
todo recebe 937 reais. Quem trabalhou um mês, recebe o equivalente a
1/12 de 937 reais, ou seja, 78 reais.
Para saber se tem direito, consulte o site do Ministério do Trabalho
(http://trabalho.gov.br/abono-salarial/consulta-abono-salarial) Como receber
O abono do PIS pode ser recebido nas agências da Caixa Econômica
Federal e casas lotéricas por trabalhadores do setor privado. Para isso,
é preciso ter o Cartão do Cidadão e a senha dele.
Quem não tiver cartão deve ir até uma agência da Caixa com documentos de identificação.
No caso do Pasep, o pagamento é efetuado pelo Banco do Brasil.
Correntistas dos dois bancos recebem o benefício diretamente em conta. Da Redação com Veja
Ação
é um desdobramento do programa ‘Acessibilidade e Inclusão nas Relações
de Consumo Paraibano', que está sendo implementado pelo MP-Procon, em
parceria com outras instituições
MPPB está acompanhando
A
Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de João Pessoa instaurou,
nessa quarta-feira (28), seis inquéritos civis públicos para apurar,
fiscalizar e adotar as providências necessárias para garantir a
adequação das agências dos bancos Bradesco, Itaú, Banco do Nordeste,
Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal às leis e normas de
acessibilidade das pessoas com deficiência.
A
ação é um desdobramento do programa ‘Acessibilidade e Inclusão nas
Relações de Consumo Paraibano', que está sendo implementado pelo
Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (MP-Procon), em parceria com
outras instituições.
“Essas pessoas também são consumidores e,
portanto, devem ser atendidas de forma a propiciar a sua máxima
autonomia, com respeito à sua dignidade, integridade, segurança,
objetivando, ainda, o tratamento isonômico em relação aos demais
consumidores não deficientes”, disse o 1° promotor de Justiça de Defesa
do Consumidor da Capital e também diretor do MP-Procon, Glauberto
Bezerra.
Com relação aos bancos públicos, O promotor afirmou que o
não atendimento às normas de acessibilidade previstas na legislação
também configura ato de improbidade administrativa.
Da Redação com Correio
Polícia prende golpista que ostentava nas redes sociais
Suspeita já responde por outro caso de estelionato e por receptação
Créditos: Foto Reprodução
A estudante Ellen Cristina Abreu de Abreu, de 26 anos, foi presa na
quarta-feira (28) suspeita de usar documentos falsos para adquirir um
empréstimo de R$ 40 mil em nome de uma advogada. Segundo a Polícia
Civil, nas redes sociais ela ostentava uma vida que não condizia com o
seu poder aquisitivo. "Tenho direito de me divertir", disse ela.
O delegado Marcos Paulo Graciano, titular do 24° Distrito Integrado de
Polícia (DIP), disse que a jovem usou documentos falsos para obter o
empréstimo e, em seguida, foi a uma agência bancária para transferir o
valor. O gerente do banco achou estranha a movimentação e entrou em
contato com a advogada.
"A suspeita foi até uma agência bancária onde a advogada já tinha conta
e tentou abrir uma conta corrente. O gerente questionou alguns fatos
que ela não soube responder e, diante disso, comunicou à Polícia
Militar, e ela foi conduzida para a delegacia. Nós verificamos que nas
redes sociais ela posta fotos em festas, viagens e se diz estudante sem
renda, então é um padrão não condizente com o nível salarial que ela
afirma ter", explica o delegado Graciano.
Com a suspeita, a polícia encontrou RGs adulterados, comprovante de
residência e extrato bancário da vítima. Ela foi localizada por volta
das 16h de quarta.
Segundo a Polícia Civil, ela ainda usou o cartão de uma loja de departamentos da advogada e fez várias compras.
A presidente do STF, ministra Carmem Lúcia, durante sessão plenária do julgamento sobre as delações da JBSMarcelo Camargo/Agência Brasil O
Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (29) que o plenário da
Corte pode rever a homologação de acordos de delação premiada que
apresentarem ilegalidades. Por maioria de votos, a Corte também decidiu
manter a decisão que homologou as delações da JBS e a permanência do
ministro Edson Fachin como relator dos processos.
O STF julga a
questão há quatro sessões, e tinha maioria de 9 votos a 1 pela
permanência de Fachin e pela validade da homologação da JBS. Durante os
debates, uma terceira corrente na votação foi aberta para deixar claro
que o acordo de delação assinado por delatores com o Ministério Público
não vincula o Judiciário a ratificar a delação. Faltava apenas o voto da
presidente, Cármen Lúcia. Ao votar, a ministra acompanhou a maioria e
entendeu que cabe ao plenário rever das delações em caso de
ilegalidades.
Durante sua manifestação, Cármen Lúcia também
esclareceu que a decisão sobre revisão não poderá ser aplicada ao caso
da JBS porque a Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu não propor
denúncia contra o empresário Joesley Batista em troca da delação
premiada.
O Supremo julgou os limites da atuação dos juízes, que
são responsáveis pela homologação das delações premiadas. O julgamento
foi motivado por uma questão de ordem apresentada pelo ministro Edson
Fachin, relator dos processos que tiveram origem nas delações da JBS.
Os
questionamentos sobre a legalidade dos acordos com a JBS foram
levantados pela defesa do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo
Azambuja, um dos citados nos depoimentos dos executivos da empresa.
As
delações premiadas assinadas com investigados na Operação Lava Jato e
nas apurações envolvendo a JBS estão baseadas na Lei 12.850/2013,
conhecida como Lei das Organizações Criminosas. De acordo com o Artigo
4º da norma, o acordo deve ser remetido ao juiz para homologação. Cabe
ao magistrado verificar a regularidade, legalidade e voluntariedade da
delação.
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