sexta-feira

CASO PÂMELA: Comunicadores denunciam perseguição e cobram posição das entidades de defesa da mulher e citam Estela Bezerra e Sandra Marrocos


Após toda polêmica que envolveu a ex-primeira dama Pâmela Bório, nesta quarta-feira (28), a jornalista recebeu apoio de comunicadores paraibanos.  Pâmela, publicou em seu Instagram uma foto com as mensagens de apoio, sobre o caso que envolve o vazamento de suas fotos íntimas, após um incidente ocorrido em 2016, onde a jornalista teve seu celular roubado e as fotos, poderiam estar no celular levado.


Durante o programa Correio Debate desta quarta-feira (28), os jornalistas Adriana Bezerra e Wellington Farias, também prestaram apoio e cobraram posicionamento ao Coletivo Feminino Cunhã e ao Centro da Mulher 8 de Março,  que são espaços que apoiam, lutam, denunciam e reivindicam, junto com as mulheres vítimas da violência.
Na tarde desta quinta-feira os dois comunicadores voltaram a tratar do tema, e citaram nominalmente na cobrança a Deputada Estela Bezerra e a vereadora Sandra Marrocos.

Da Redação com Polêmica Paraíba

Presos suspeitos de tráfico na Paraíba

Presos suspeitos de tráfico na Paraíba
A Polícia Civil, da 5ª Delegacia Distrital de Campina Grande, com apoio da 7ª Delegacia Distrital e o Núcleo Especializado de Repressão ao Tráfico e Homicídio (Nertho) realizou, na manhã desta quinta-feira (29), a Operação Mercancia, que teve como objetivo combater o tráfico de drogas na cidade. Durante a Operação, quatro pessoas foram presas nos bairros Jardim Verdejante, Catingueira e no Sítio Lucas.

A polícia identificou os suspeitos durante o trabalho de investigação para descobrir os pontos de vendas de entorpecentes nestas localidades e os responsáveis pela distribuição das drogas. Os levantamentos das áreas começaram depois de várias denúncias feitas para o número 197 Disque Denúncia da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Sesds). As ligações anônimas revelaram a existência dos pontos de drogas. Com isto foi realizado um levantamento para descobrir se o crime estava sendo praticado e, após a confirmação, foram solicitados os mandados de prisões dos suspeitos.

Os quatro mandados de prisões preventivas e de busca e apreensão de bens foram expedidos pela Vara de Entorpecentes de Campina Grande no dia 22 de junho. De posse das ordens judiciais, os policiais civis montaram a Operação para prender os suspeitos, Lucimario Lins Ramalho, 25 anos, Luis Fernando Cruz de Araújo, 20 anos, Alexandre Pereira da Silva, 32 anos, e Ellen Karla Lins Ramos, 27 anos. Para evitar uma fuga, os policiais realizaram diligências e uma campana, observaram o movimento das ruas e a rotina dos suspeitos. A intenção era esperar a entrega de uma remessa de drogas, mas como não aconteceu os policiais realizaram as abordagens.

A ação foi coordenada e rápida para impedir que os suspeitos pudessem se comunicar. Lucimario e Ellen Karla foram presos no bairro Jardim Verdejante, Luis Fernando no Sítio Lucas e Alexandre na Catingueira. De acordo com o inquérito policial, os investigados fazem parte de uma quadrilha responsável pela comercialização de substâncias entorpecentes nos bairros Jardim Verdejante e Serrotão, sendo responsáveis também por arremessar drogas para dentro do Presídio Serrotão. Os suspeitos foram ouvidos na Delegacia e vão responder na Justiça por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Lucimario, Luiz Fernando, Alexandre e Ellen Karla estão recolhidos nas carceragens da Central de Polícia Civil de Campina Grande no bairro do Catolé. Os suspeitos vão ficar no local até serem ouvidos pelo juiz na audiência de custódia. 

Da Redação com PB Agora

Paulista é preso ao tentar aplicar golpe em agência bancária de João Pessoa

Antes de João Pessoa, o suspeito tentou sacar a quantia de R$ 50 mil em uma agência de Campina Grande


O paulista será apresentado à audiência de custódia nesta sexta-feira (Foto: Reprodução/assessoria)
O paulista Rodrigo Merola Antunes, de 32 anos, preso em flagrante nesta quinta-feira (29) por agentes da Delegacia de Defraudações de João Pessoa (DDF) e por policiais militares acusado de tentar praticar golpe em uma agência bancária da Capital, na Avenida Epitácio Pessoa.
De acordo com a DDF, o santista teria agendado um saque no valor de R$ 75 mil, informando que um “motorista” iria fazer o saque.. A agência desconfiou da conduta e entrou em contato com a agência de São Paulo, descobriu que o titular da conta havia sido vítima de um golpe e que seu número de telefone havia sido “hackeado”, ou seja, os golpistas estavam acessando todas as informações pessoais do titular da conta bancária (inclusive número pessoal de telefone).
Antes de  João Pessoa, o suspeito tentou sacar a quantia de R$ 50 mil em uma agência de Campina Grande, ontem à tarde, mas fugiu antes de sacar o valor. Hoje, em João Pessoa, o suspeito (já identificado em face de ter utilizado a mesma CNH usada na tentativa do golpe em Campina Grande) foi abordado por policiais militares e conduzido à DDF, para a adoção dos procedimentos cabíveis.
Rodrigo Merola Antunes  informou à polícia ter escolhido a Paraíba para a execução de suas condutas por achar que não seria descoberto. O suspeito foi preso em flagrante pelos crimes de estelionato, uso de documentos falsos e falsa identidade. O Paulista, se condenado, pode pegar mais de 12 anos de cadeia.
O paulista será apresentado à audiência de custódia nesta sexta-feira.
 Quaisquer denúncias sobre crimes desta natureza poderão ser encaminhadas à Polícia Civil através do Disque-Denúncia - tel. 197. O sigilo é garantido.
Da Redação com Click PB

Fábio Assunção pediu que hospital considerasse readmissão de funcionária que o filmou

Ator estará no ar em “A fórmula”, próxima série da TV Globo
Ator estará no ar em “A fórmula”, próxima série da TV Globo Foto: Rafael Campos/Rede Globo/Divulgação
Fábio Assunção, que estreia na próxima quinta-feira a série “A fórmula” como protagonista, pediu que o Hospital Memorial Arcoverde, onde foi atendido no último domingo, reavaliasse a demissão da funcionária que o filmou. Na última terça-feira, a instituição divulgou uma nota informando sobre a demissão da prestadora de serviços, sem divulgar sua identidade. Nesta quinta-feira, a assessoria do ator confirmou que o artista enviou pedido para que ela fosse aceita no trabalho novamente.
“A assessoria do ator confirma que o mesmo entrou em contato com o hospital para que a diretoria reavaliasse o afastamento”, diz nota.
As imagens da funcionária mostraram a passagem do ator pelo hospital privado e exibiram outros pacientes. Muito alterado, Assunção não recebeu atendimento e saiu da unidade logo depois. A diretoria avaliou que o autor do vídeo espalhou a filmagem sem o consentimento e o conhecimento da chefia — o que viola o código de ética e a imagem do hospital e do artista. O hospital lamentou o que chamou de "infeliz iniciativa" e condenou a atitude da agora ex-funcionária.
No início da semana, a namorada de Fábio Assunção, Pally Siqueira, afirmou que o empregado “teve que arcar com as consequências” de um "crime".
"Da mesma forma que o Fábio assumiu o erro e disse que está disposto a pagar pelos seus atos, esse funcionário cometeu crime e faltou com ética e teve que arcar com as consequências dos seus atos", escreveu a atriz, que lançou com o namorado um documentário sobre a tradição do samba de coco antes da confusão da madrugada.
O Hospital Memorial Arcoverde, de Pernambuco, informou, no entanto, que afastou por definitivo a funcionária que filmou e divulgou nas redes sociais um vídeo do ator Fábio Assunção alterado na recepção da unidade de saúde.
As imagens foram gravadas antes de o artista ser preso por desacato e dano ao patrimônio público na madrugada de sábado, após a festa de São João da cidade. Fábio Assunção estava no município para divulgar o documentário "Eu sonho para você ver".

Da Redação com  Extra

quinta-feira

Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs

Militares eram lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 e são acusados de receber propina, além de venda de armas. Até 12h30, 54 policiais foram presos

Rio - A Divisão de Homicídios de Niterói, ltaboraí e São Gonçalo realizou, na manhã desta quinta-feira, a Operação Calabar, com objetivo de cumprir mandados de prisão contra 96 PMs e 70 acusados de envolvimento com o tráfico de drogas. Trata-se da maior operação contra a corrupção na Polícia Militar já realizada na história do Rio. Os militares eram lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 e são acusados de receber propina, que era chamada por eles de "meta", além de venda de armas para 41 comunidades, entre elas Salgueiro, Santa Luzia, Santa Izabel, Jóquei, Jardim Catarina, Ocupação Coruja e Alto dos Mineiros, todas naquele município.

Polícia faz megaoperação para prender PMs corruptos

Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armas
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armas
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armas
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armas
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armas
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armas
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armas
Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs. Militares lotados no 7º BPM (São Gonçalo) entre 2014 e 2016 são acusados de receber propina, além de venda de armasFoto: Estefan Radovicz / Agência O Dia
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Até 14h30, a polícia informou que cumpriu 63 mandados de prisão contra PMs, sendo que seis estavam presos por outros crimes. Já contra traficantes foram 22 mandados cumpridos, mas 15 já estavam atrás das grades. O cabo Fernando Cataldo Cortes foi preso em casa por volta das 6h20, em Icaraí, bairro da Zona Sul de Niterói. Outro PM foi detido em Nova Friburgo, na Região Serrana. Também há policiais das UPPs do Complexo do Alemão e do Morro do Borel capturados na operação.
Entre os traficantes presos estão Daniel Soares e Renato Drumond Tardin. Segundo as investigações, os dois também recolhiam propina para os PMs.  De acordo com a Polícia Civil, o valor pago por traficantes rendia cerca de R$ 1 milhão por mês aos militares. Uma mulher identificada como Thais de Oliveira Rozendo foi presa em flagrante com drogas, um radiotransmissor e 1 pistola Glock 9mm na comunidade do Anaia. 
Mulher foi presa em flagrante durante operação na comunidade do Anaia WhatsApp O DIA (98762-8248)
Os mandados de prisão e busca e apreensão para casas dos militares e unidades onde eles estão lotados atualmente - já que foram transferidos para outras unidades durantes as investigações - foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de São Gonçalo e Auditoria da Justiça Militar.
Dos 96 PMs com mandado de prisão, 41 ainda estão lotados no 7º BPM. Outros 20 foram transferidos para o vizinho 12º BPM (Niterói), enquanto 15 estão no 35º BPM (Itaboraí). Os demais policiais estavam em outras unidades da corporação.
Os policiais envolvidos atuavam nos Grupos de Ações Táticas (GAT's); Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO's), Serviço Reservado (P-2) e patrulhamento do 7º BPM. 
Policiais cumpriram mandados no batalhão de São Gonçalo, onde os policiais eram lotados na época dos crimes, entre 2014 e 2016 Estefan Radovicz / Agência O Dia
A proprina era paga semanalmente perto do batalhão do município e até em DPO's. No DPO do Jardim Catarina o repasse, de R$ 150 a R$ 200, era feito sempre da madrugada ou pela manhã, através de lançamento do maço de notas pela janela do destacamento.  
Os militares corruptos dividiam a área onde a propina era recolhida por Grupos de Ações Táticas, que eram batizados com apelidos como GAT Marreta, GAT Mochila ou  Mochilão, GAT Sombrancelhudo, GAT Fantasma I, GAT Fantasma II e GAT “B” ou GAT do Peixe ou GAT do Harduim.
Policiais prenderam o cabo Fernando Cortes em Icaraí WhatsApp O DIA (98762-8248)
O início do inquérito na DH começou com a prisão de um traficante que decidiu delatar o esquema. Gravações telefônicas e imagens de vídeos com os policiais recebendo propina também foram incluídas no processo.  Ele informou que recolhia R$ 120 mil por semana para a propina dos PMs, o que resulta em cerca de R$ 480 mil mensais.

Os policiais presos irão responder pelos crimes de organização criminosa armada com a participação de funcionário público (pena de 3 a 8 anos), corrupção passiva (de 2 a 8 anos) e fornecer arma de fogo (de 3 a 6 anos). O nome da operação faz referência a Domingos Fernandes Calabar, considerado o maior traidor da história brasileira.
A Operação Calabar coloca novamente o batalhão de São Gonçalo na berlinda. A juíza Patrícia Acioli foi executada na porta de casa com 21 tiros em agosto de 2011, em Niterói, por policiais do 7º BPM. A magistrada atuou em diversos processos em que os réus eram policiais militares envolvidos em mortes de suspeitos durante confronto.
Escutas flagram conversa entre PM e traficante
Em uma interceptação telefônica gravada com autorização da Justiça em 11 de dezembro de 2014 às 23h09 um traficante conversa com um PM. Eles falam do acerto no pagamento de propina para não combater o tráfico, para deixar "tudo suave".
Traficante: Mas vocês são da grandona?
Policial:Exatamente. É da barca. A gente ia bagunçar vocês hoje aí, mas aí o amigo veio aqui e deu o papo que fechou a sintonia contigo aí.
Traficante: Fechamos a sintonia, sim, do contato
Policial: Então, veio e deu um papo e falou para não zuar vocês, não. Para deixar tudo suave.
Traficante: Nós perdemos pros parceirinhos de vocês... tá ligado... mas ficou fraco... mas tipo assim... nós vai (sic) fazer um dinheirinho aqui... vamos ver a melhor forma
Em outra conversa, em 17 de dezembro de 2014, às 23h09, o policial diz que não conseguiu pegar a  propina, que na conversa eles chamam de "metinha", pergunta se é possível mandar algum e pede meia caixa (arrego). O PM ficou irritado com traficante que não atendeu a ligação antes.
Policial: E aí do contato? Qual foi p.?
Traficante: O telefone tava na carga e vi sua ligação agora
Policial: O que acontece. Domingo a gente ficou meio f. aí não deu pra fazer a correria não. Aí, eu queia ver se tem como pegar a metinha aí
Traficante: Tem que pegar a metinha hoje
Policial: Semana passada não chegou nada...
Traficante: O bagulho tá fraquinho, mas nóis tá trocando o trabalho da rua aqui. Tem como dar uma segurada até amanhã pra nóis colocar esse bagulho novo na rua e nóis manda logo esse dinheiro teu aí, o do contato?
Policial: ...Aí é f. Aí sábado já vai embolar com outro, aí vai ficar ruim
Traficante: o trabalho demorou maior tempão para poder fechar esse trabalho aí na rua, tá liago. Mas pode deixar que pelo menos uns 500
Policial: ...Pô, Natal tá chegando aí vocês não dão moral.
Em ligação no dia 4 de março de 2016, às 15h22, PM oferece compra de munição para traficante.
Traficante: Fala tu
Policial: Beleza?
Traficante. Tranquilão, meu parceiro, fala tu
Policial: Interessa 20 caroços (balas) de quarenta não?
Traficante: Não tenho interesse
Policial. Tá, beleza
Traficante: Se tiver de nove (munição para pistola calibre 9 milímetros) me interessa, nove trezentos e oitenta (munição para pistola calibre 380)
Policial: O maluco deixou aqui 25 caroço (sic) para vender pra ele, fala com os amigos aí
Traficante: Ah tá, se tivesse até pegava. Hoje é quem hoje o plantão?
Policial: Mano, mudou tudo
Traficante: É?
Policial: Mudou tudo. Aquele gato preto saiu
Traficante: Saiu. Tá mais rodando não?
Policial: Não. Deve tá pra outra rota
Traficante: Ahã
Policial: Aquele cara que pegava o arrego, aquele gordinho rodou (sic)?
Traficante. É. Eu vi o gordinho rodando. O gordinho que pegava para ele, né.
PM se manifesta com nota em rede social
A Polícia Militar se manifestou no Facebook, na manhã desta quinta-feira, sobre a megaoperação que está sendo realizada pela Polícia Civil para prender 96 PMs e 70 traficantes.
"Policiais militares, todos nós iniciamos o dia de hoje incomodados pela operação que está em curso. Sentimos na própria pele toda vez que policiais militares são acusados de crimes graves. Mas não podemos deixar de ressaltar que se trata de uma operação necessária para nos fortalecer. A operação de hoje, ao contrário do que alguns querem construir, teve participação constante da Corregedoria Interna da PM, o que mostra que não foram órgãos externos que protagonizaram essa ação. Desafiamos outro órgão correcional de qualquer segmento profissional a mostrar resultados tão contundentes quanto a Corregedoria da PM na apuração de desvios e exclusão de seus agentes".

Da Redação com O DIA

STTP suspende atendimento nesta sexta em Campina para dedetização de prédio

STTP informou que é preciso manter o ambiente fechado e livre de circulação humana por pelo menos 48h, em virtude do inseticida utilizado, e retorna com o atendimento normal na próxima segunda (3)

Prédio passa por dedetização
Prédio passa por dedetização
A Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) de Campina Grande emitiu comunicado à população informando que nesta sexta-feira (30) não haverá expediente para atendimento ao público. A medida se deve à impossibilidade do funcionamento dos serviços administrativos de protocolo e demais procedimentos operacionais internos em virtude da aplicação do controle químico para combate a animais peçonhentos, nas instalações do prédio administrativo do órgão.

A STTP informou que é preciso manter o ambiente fechado e livre de circulação humana por pelo menos 48h, em virtude do inseticida utilizado, e retorna com o atendimento normal na próxima segunda-feira (3), a partir das 12h, inclusive no setor de recadastramento da gratuidade.

Já na segunda e terça-feira (4), não haverá expediente no anexo de trânsito da STTP, também objetivando a dedetização da área interna do prédio, o que impossibilita a realização dos procedimentos internos. O atendimento normal retorna na próxima quarta-feira (5), a partir das 6h.

Nesse período as salas de atendimento do SAA - Central de Rádio - e da Gerencia de Trânsito funcionarão provisoriamente na sala de reuniões do prédio administrativo da STTP, que já estará liberada para atividades internas.
Para dúvidas ou informações adicionais, a STTP está disponibilizando os números de contato 3341.1517 ou 3341.1278.

Da Redação com Codecom PMCG

Unimed JP levará aulão de zumba e serviços de saúde para o Dia C

Também conhecido como Dia de Cooperar, o Dia C foi criado em 2009 em Minas Gerais, e logo ganhou a adesão de cooperativas de todo o país

Créditos: Reprodução / WEB
A Unimed João Pessoa vai oferecer serviços de saúde, realizar uma aula de zumba e distribuir sementes de hortaliças, no próximo sábado (1), no Dia C. Realizada no Parque Solon de Lucena – a Lagoa -, das 8h30 às 13h, a ação está sendo promovida em comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado todo ano no primeiro sábado de julho. Nessa data, dentro do programa de responsabilidade social, cooperativas de todo o Brasil realizam projetos de transformação nas comunidades por meio do trabalho voluntário.

Os serviços de saúde incluem aferição da pressão arterial, testes de glicemia, verificação do Índice de Massa Corporal (IMC) e orientações sobre atitudes que contribuem para uma melhor qualidade de vida. A Cooperativa também distribuirá folders mostrando como fazer uma horta em casa.
Também conhecido como Dia de Cooperar, o Dia C foi criado em 2009 em Minas Gerais, e logo ganhou a adesão de cooperativas de todo o país, com o apoio do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e de suas unidades estaduais.

No ano passado, 1.278 cooperativas desenvolveram ações em mais de 77 cidades brasileiras, com a participação de 86 mil voluntários.
Este ano, na Paraíba, mais de 20 cooperativas participam do Dia C, com o objetivo de beneficiar cerca de 2 mil pessoas, por meio de serviços gratuitos de saúde, cidadania e atrações culturais. Quem for ao evento terá à disposição a emissão de RG e CPF, cortes de cabelo, cadastro de currículos, degustação de produtos de cooperativas, entre outros.

Da Redação WSCOM

Eunício escolhe governista para sabatinar Raquel Dodge na CCJ

Janot deixa a PGR no próximo 17 de setembro

Nomeada 24 horas após a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) divulgar a lista tríplice de indicados para substituir o atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Raquel Dodge se reuniu na noite dessa quarta-feira (28) com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Já na manhã desta quinta-feira (29), Eunício anunciou a escolha do senador Roberto Rocha (PSB-MA) para ser o relator da indicação de Raquel para o comando da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Com um partido dividido quanto ao apoio ao presidente Michel Temer, Rocha faz parte da ala governista. Ontem (quarta-feira, 28), durante a votação da reforma trabalhista na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Rocha foi substituído pela senadora Lídice da Mata (PSB/BA) por ser a favor da reforma trabalhista. Lídice teve posicionamento contrário.
Diante da rápida movimentação do governo para enfraquecer os trabalhos de Janot, que deixa a PGR no dia 17 de setembro, a sabatina na CCJ deverá ocorrer antes do recesso parlamentar. O presidente do Senado vai ler a indicação na sessão deliberativa extraordinária nesta quinta-feira (29). Em seguida, será encaminhada à CCJ.
Raquel Dodge ficou em segundo lugar na lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), encabeçada por Nicolao Dino – o mais próximo a Janot – e também integrada por Mário Bonsaglia. Ela precisará ser sabatinada e ter o nome aprovado pelo Senado para tomar posse, no dia 17 de setembro.
Nas discussões internas do Ministério Público, Dodge vinha fazendo críticas ao que considerava excessiva mobilização de recursos materiais e humanos para a Operação Lava Jato, argumentando que o MP tem outras frentes importantes para atuar.
Ao escolhê-la, Michel Temer quebrou a prática adotada nos últimos 14 anos pelos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff de endossar o procurador mais votado pelos membros do MPF. Embora tal procedimento tenha sido inaugurado pelo PT, era severamente criticado por integrantes do partido, por tolher a liberdade de escolha do chefe do Executivo perante uma instituição já extremamente poderosa.

Da Redação com Congresso em Foco

Prazo de pagamento do abono do PIS é prorrogado

Essa é a segunda vez que o governo prorroga o prazo de pagamento

O prazo de pagamento do abono salarial do PIS e do Pasep , que acabaria amanhã, será prorrogado. Quem deixar de sacar o benefício até amanhã pode esperar pela reabertura do prazo de pagamento, que será retomado em 27 de julho.
Segundo cálculos do Ministério do Trabalho, mais de 1,57 milhão de trabalhadores ainda não sacaram o benefício. O valor disponível chega a 1,97 bilhão de reais. O valor do abono salarial varia de 78 reais a 937 reais, dependendo do tempo em que a pessoa trabalhou em 2015.
Essa é a segunda vez que o governo prorroga o prazo de pagamento. No ano passado, os trabalhadores também tiveram mais tempo para sacar o benefício. Se o prazo não tivesse sido prorrogado, os trabalhadores que esqueceram de sacar perderiam o dinheiro – ele seria devolvido ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) também aprovou ontem o calendário de pagamento do abono salarial do ano-base 2016. Os recursos vão beneficiar 24,12 milhões de trabalhadores, que poderão começar a sacar, também, no próximo dia 27 de julho. O saque inicial, neste caso, será para os nascidos em julho (PIS), que recebem pela Caixa, e para quem tem inscrição com final 0 (zero) e que recebem Pasep pelo banco do Brasil.
 
Quem tem direito
Para ter direito ao benefício é preciso:
– Estar cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos;
– Ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante 2015;
– Ter exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias em 2015;
– Ter seus dados informados pelo empregador corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
O pagamento é proporcional ao período trabalhado. Quem trabalhou o ano todo recebe 937 reais. Quem trabalhou um mês, recebe o equivalente a 1/12 de 937 reais, ou seja, 78 reais.
Para saber se tem direito, consulte o site do Ministério do Trabalho (http://trabalho.gov.br/abono-salarial/consulta-abono-salarial)
 
Como receber
O abono do PIS pode ser recebido nas agências da Caixa Econômica Federal e casas lotéricas por trabalhadores do setor privado. Para isso, é preciso ter o Cartão do Cidadão e a senha dele.
Quem não tiver cartão deve ir até uma agência da Caixa com documentos de identificação.
No caso do Pasep, o pagamento é efetuado pelo Banco do Brasil. Correntistas dos dois bancos recebem o benefício diretamente em conta.
 
Da Redação com Veja

Bancos podem ser autuados por descumprir leis de acessibilidade na Paraíba

Ação é um desdobramento do programa ‘Acessibilidade e Inclusão nas Relações de Consumo Paraibano', que está sendo implementado pelo MP-Procon, em parceria com outras instituições

MPPB está acompanhando
MPPB está acompanhando
A Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de João Pessoa instaurou, nessa quarta-feira (28), seis inquéritos civis públicos para apurar, fiscalizar e adotar as providências necessárias para garantir a adequação das agências dos bancos Bradesco, Itaú, Banco do Nordeste, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal às leis e normas de acessibilidade das pessoas com deficiência.

A ação é um desdobramento do programa ‘Acessibilidade e Inclusão nas Relações de Consumo Paraibano', que está sendo implementado pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (MP-Procon), em parceria com outras instituições.

“Essas pessoas também são consumidores e, portanto, devem ser atendidas de forma a propiciar a sua máxima autonomia, com respeito à sua dignidade, integridade, segurança, objetivando, ainda, o tratamento isonômico em relação aos demais consumidores não deficientes”, disse o 1° promotor de Justiça de Defesa do Consumidor da Capital e também diretor do MP-Procon, Glauberto Bezerra.

Com relação aos bancos públicos, O promotor afirmou que o não atendimento às normas de acessibilidade previstas na legislação também configura ato de improbidade administrativa.

Da Redação com  Correio

Polícia prende golpista que ostentava nas redes sociais

Suspeita já responde por outro caso de estelionato e por receptação

Créditos: Foto Reprodução
A estudante Ellen Cristina Abreu de Abreu, de 26 anos, foi presa na quarta-feira (28) suspeita de usar documentos falsos para adquirir um empréstimo de R$ 40 mil em nome de uma advogada. Segundo a Polícia Civil, nas redes sociais ela ostentava uma vida que não condizia com o seu poder aquisitivo. "Tenho direito de me divertir", disse ela.

O delegado Marcos Paulo Graciano, titular do 24° Distrito Integrado de Polícia (DIP), disse que a jovem usou documentos falsos para obter o empréstimo e, em seguida, foi a uma agência bancária para transferir o valor. O gerente do banco achou estranha a movimentação e entrou em contato com a advogada.

"A suspeita foi até uma agência bancária onde a advogada já tinha conta e tentou abrir uma conta corrente. O gerente questionou alguns fatos que ela não soube responder e, diante disso, comunicou à Polícia Militar, e ela foi conduzida para a delegacia. Nós verificamos que nas redes sociais ela posta fotos em festas, viagens e se diz estudante sem renda, então é um padrão não condizente com o nível salarial que ela afirma ter", explica o delegado Graciano.

Com a suspeita, a polícia encontrou RGs adulterados, comprovante de residência e extrato bancário da vítima. Ela foi localizada por volta das 16h de quarta.
Segundo a Polícia Civil, ela ainda usou o cartão de uma loja de departamentos da advogada e fez várias compras.

Da Redação com Globo

Maioria do STF decide que delação pode ser revista em caso de ilegalidades

Brasília - A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmem Lúcia, durante sessão plenária do julgamento sobre validade das delações da JBS (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
A presidente do STF, ministra Carmem Lúcia, durante sessão plenária do julgamento sobre as delações da JBSMarcelo Camargo/Agência Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (29) que o plenário da Corte pode rever a homologação de acordos de delação premiada que apresentarem ilegalidades. Por maioria de votos, a Corte também decidiu manter a decisão que homologou as delações da JBS e a permanência do ministro Edson Fachin como relator dos processos.

O STF julga a questão há quatro sessões, e tinha maioria de 9 votos a 1 pela permanência de Fachin e pela validade da homologação da JBS. Durante os debates, uma terceira corrente na votação foi aberta para deixar claro que o acordo de delação assinado por delatores com o Ministério Público não vincula o Judiciário a ratificar a delação. Faltava apenas o voto da presidente, Cármen Lúcia. Ao votar, a ministra acompanhou a maioria e entendeu que cabe ao plenário rever das delações em caso de ilegalidades.
Durante sua manifestação, Cármen Lúcia também esclareceu que a decisão sobre revisão não poderá ser aplicada ao caso da JBS porque a Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu não propor denúncia contra o empresário Joesley Batista em troca da delação premiada.
O Supremo julgou os limites da atuação dos juízes, que são responsáveis pela homologação das delações premiadas. O julgamento foi motivado por uma questão de ordem apresentada pelo ministro Edson Fachin, relator dos processos que tiveram origem nas delações da JBS.

Os questionamentos sobre a legalidade dos acordos com a JBS foram levantados pela defesa do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, um dos citados nos depoimentos dos executivos da empresa.
As delações premiadas assinadas com investigados na Operação Lava Jato e nas apurações envolvendo a JBS estão baseadas na Lei 12.850/2013, conhecida como Lei das Organizações Criminosas. De acordo com o Artigo 4º da norma, o acordo deve ser remetido ao juiz para homologação. Cabe ao magistrado verificar a regularidade, legalidade e voluntariedade da delação.

 Da Redação com Agência Brasil